sexta-feira, 6 de abril de 2018

O Instituto Geológico participa do II Seminário Estadual e I Internacional de Educação em Redução de Riscos e Desastres



Distribuição do certificado de participação

Assistente Pedro Carignato recebendo o certificado de apresentação

Assistente Pedro Carignato na apresentação do evento

Nos dias 03 e 04 de abril de 2018, realizou-se na Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Professores do Estado de São Paulo “Paulo Renato Costa Souza“, em Perdizes, o “II Seminário Estadual e I Internacional de Educação em Redução de Riscos e Desastres” para discutir como a comunidade deve pensar e olhar o ambiente em que vive para entender a dinâmica dos eventos geodinâmicos mais conhecidos como desastres naturais.

No primeiro dia, ocorreram duas videoconferências. A primeira com a participação do Major PM Basso representando a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Governo do Estado de São Paulo (CEDEC/SP), a representante da Secretaria Estadual da Educação (SEE), Prof. Andrea Cristina B. Cardoso, que explicaram a parceria entre a SEE/SP e o CEDEC/SP. Na segunda, a participação da Profa. Tania Regina M. Resende do Centro de Apoio Pedagógico Especializado (CENP/SEE/SP) e a Profa. Debora Olivato, representando a Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEM), apresentando a implantação do projeto nas escolas estaduais.

No segundo dia, abriram o evento o Secretário Estadual da Educação José Renato Nalini e a Secretária da Casa Militar Coronel PM Helena dos Santos Reis, coordenadora da Defesa Civil Estadual para a discussão sobre a participação dos órgãos públicos e educadores na aplicabilidade do projeto nas escolas e receptividade dos alunos ao que está sendo passado para eles com relação ao tema. Contou ainda, com a participação de pesquisadores da Costa Rica e Paraguai.

O evento teve a participação de educadores, profissionais integrados a Defesa Civil Estadual, bem como pesquisadores e representantes da sociedade civil que atuam junto as comunidades quando ocorre os eventos. O principal debate foi como educar a comunidade a reconhecer os riscos, se preparar para reagir se algo acontecer, e ser resiliente ao evento quando acontecer. Ser resiliente é ter a capacidade de se adaptar e crescer após situações de crise ou adversidades. Superar desafios, aprendendo a transformar algo ruim em uma forma de superar os obstáculos que ocorrem quando acontece algum evento geodinâmico, conhecido como desastres naturais.

Durante os dois dias, os palestrantes das universidades discutiram a formação do professor para poder ensinar sobre a dinâmica da Terra; como o poder público se prepara para os eventos e como ele reage quando ocorre; experiencias em outros países latinos foram apresentados; e como os pesquisadores dos institutos de pesquisa disponibiliza suas pesquisas para a discussão com a comunidade.

O Instituto Geológico (IG), participou do evento com o Assistente de Pesquisa Pedro Carignato B. Leal que apresentou uma palestra sobre a atuação do IG na divulgação científica através das bolsas de pesquisa para o Ensino Médio e Superior, o trabalho de orientação nos atendimentos feitos em conjunto com a Defesa Civil e principalmente com o material didático produzido pelo instituto em forma de cartilhas, livros e recursos didáticos diversos. Em meio aos depoimentos, a professora de escola estadual, Grazieli Alessandra de M. Vitoriano da cidade de Campos do Jordão, comentou que foi através de um curso realizado em 2014 para os educadores e profissionais ligado a educação do IG em parceria com a Defesa Civil de Campos do Jordão, que possibilitou ao entendimento da dinâmica que interfere no território da sua cidade, trazendo um entendimento que sua participação deveria fazer a diferença nos eventos e sua cidade, e assim quando ocorreu a possibilidade de ajudar no projeto de Educação para os Eventos de Risco na sua escola, ela abraçou a ideia. São estes depoimentos que traduz o trabalho de pesquisa feito pelo IG.

segunda-feira, 2 de abril de 2018

A exposição fotográfica itinerante “Os Rios da Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo – Documentos do Passado – 1886 a 1910” completa 21 anos

 UMAPAZ, Parque do Ibirapuera - SP
 UMAPAZ, Parque do Ibirapuera - SP
 UMAPAZ, Parque do Ibirapuera - SP
 UMAPAZ, Parque do Ibirapuera - SP
UMAPAZ, Parque do Ibirapuera - SP

A exposição fotográfica itinerante “Os Rios da Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo – Documentos do Passado – 1886 a 1910” é composta por fotos históricas que retratam as expedições realizadas pela CGG entre 1886 a 1910. As expedições percorreram os principais rios do estado de São Paulo: Paranapanema, em 1886; Paraná, Tietê, Feio (Aguapeí) e do Peixe, em 1905; e rio Grande e afluentes, em 1910.

Idealizada em 1997 pelo Museu Geológico (MUGEO), do Instituto Geológico (IG), a exposição contou com apoio da Petrobras e da Vitae para ser concretizada e tem como objetivo apresentar a atuação da CGG nas expedições de reconhecimento do território paulista ocorridas no final do século XIX e início do século XX. Participaram das expedições pesquisadores e naturalistas famosos, como Theodoro Sampaio, Albert Loefgren, Orville Adelbert Derby, João Pedro Cardoso, Francisco de Paula Oliveira, Luiz Felipe Gonzaga de Campos, entre outros.

Por ser uma exposição itinerante, um grande número de pessoas, de várias regiões do estado de São Paulo, teve a oportunidade de conhece-la. Recentemente, a exposição esteve na cidade de Botucatu (junho de 2017) e também na Capital, na Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura da Paz, no Parque do Ibirapuera (novembro de 2007 a março de 2018).

Por mais de 20 anos a exposição apresentou ao público, por meio de suas fotos históricas, as mudanças ocorridas na paisagem natural do Estado de São Paulo ao longo de mais de cento e vinte anos, despertando a reflexão sobre a importância pioneira desse trabalho, seu valor histórico, as causas e consequências para a atualidade.

A Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo

A história da Comissão Geográfica e Geológica remete aos processos de transformação ocorridos no início do século XX no Estado de São Paulo, principalmente aqueles relacionados às mudanças da paisagem natural decorrentes do processo de ocupação do território paulista e da apropriação econômica dos recursos naturais. A comissão foi patrocinada pela elite cafeeira, que via em seus trabalhos a possibilidade de aumentar a produção e, também, sua influência política.

A CGG realizou estudos, levantamentos cartográficos e relatos detalhados da geografia, geologia, climatologia, botânica, hidrografia e zoologia, da então Província de São Paulo e posterior Estado de São Paulo. O trabalho realizado serviu de base para a ocupação territorial das áreas até então consideradas “desconhecidas” no Estado.

Entre suas realizações destacam-se as expedições exploratórias aos grandes rios paulistas, e, assim como os antigos Bandeirantes, os pesquisadores utilizaram essas vias naturais de transporte para iniciar os levantamentos científicos. Os trabalhos da CGG duraram até 1931, e quase tudo que se realizou em pesquisas (mapas, relatórios, documentos fotográficos, além de equipamentos) passou a pertencer aos diversos órgãos e instituições de pesquisa dela originadas, como o Instituto Geológico, os Institutos de Botânica, Florestal, Geográfico e Cartográfico, Astronômico e Geofísico (USP), dentre outros, além de museus, como o Museu Geológico (MUGEO), do IG, e os de Zoologia e o Paulista (Ipiranga).

quinta-feira, 29 de março de 2018

Prorrogado a “Operação Chuvas de Verão” do Plano Preventivo de Defesa Civil (PPDC) 2017-2018 até o dia 06/04

Reunião Técnica da Comissão Executiva do Plano Preventivo de Defesa Civil (PPDC)

Em reunião técnica da Comissão Executiva do Plano Preventivo de Defesa Civil (PPDC) realizada no dia 28/03/18, no Palácio dos Bandeirantes, foi avaliado a necessidade ou não de prorrogação da “Operação Chuvas de Verão”, que normalmente termina no dia 31 de março.

Além da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC), estiveram presentes representantes do Instituto Geológico (IG), do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), da Casa Militar, da SOMAR (meteorologia) e das Coordenadorias Regionais de Defesa Civil (REDEC’s). Após a abertura da reunião, foi solicitado a SOMAR que apresentasse uma projeção das chuvas para o período pós 31 de março. Segundo as previsões meteorológicas, existe a possibilidade de alguns eventos de chuvas intensas no começo do próximo mês.

Neste sentido, os representantes entenderam que não seria oportuno o encerramento da operação conforme o programado, e de comum acordo, optou-se por manter as atividades da operação até as 24 horas do próximo dia 06 de abril de 2018.

Sobre o Plano Preventivo de Defesa Civil (PPDC)

O PPDC entra em operação anualmente, no período de (01/12 à 31/03) por isso também é conhecido como “Operação Chuvas de Verão”. É coordenado pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC) e conta com o apoio técnico do Instituto Geológico (IG), instituído por meio de Termo de Cooperação Técnica entre os dois órgãos. Atualmente o plano abrange um total de 175 municípios em diversas regiões do estado.

O PPDC envolve ações de monitoramento dos índices pluviométricos (chuvas), previsão meteorológica, vistorias de campo e atendimentos emergenciais. O Plano está dividido em 4 níveis operacionais: OBSERVAÇÃO, ATENÇÃO, ALERTA e ALERTA MÁXIMO e para cada nível existe uma ação específica para enfrentamento da situação. O PPDC tem um caráter preventivo, com objetivo principal de evitar a ocorrência de mortes, por meio da remoção preventiva e/ou temporária da população que ocupa as áreas de risco, antes que os escorregamentos atinjam suas moradias.

Desde que foi criado em 1989 o PPDC constitui-se em um importante instrumento capaz de subsidiar as ações preventivas dos poderes públicos municipais e estadual, principalmente quando estes buscam soluções de problemas causados pela ocupação de áreas de risco. Também podem ocorrer atendimentos emergenciais a outras localidades que não possuem Planos Preventivos, tendo em vista a prevenção de acidentes, a partir do acionamento e análise do evento por parte da CEDEC e do IG.

Para mais informações acesse o site da Defesa Civil: (http://www.defesacivil.sp.gov.br/)

terça-feira, 27 de março de 2018

Há 132 anos era criada a Comissão Geográfica e Geológica (CGG)

 Primeiros Técnicos da CGG
 Corredeira do Tombo do Meio
Mapa de São Paulo com área desconhecida antes de 1886


A COMISSÃO GEOGRÁFICA E GEOLÓGICA (CGG) iniciou suas atividades em 27 de março de 1886, substituindo a Comissão Geológica do Brasil. Ambas tinham como finalidade a prestação de serviços ao governo do Estado de São Paulo, que vivenciava a impulsão do crescimento econômico, decorrente da expansão cafeeira. Com a cafeicultura e o acelerado crescimento econômico da Província de São Paulo, surgiu a necessidade de se conhecer o território paulista. Assim a CGG destinou-se a realizar pesquisas e levantamentos detalhados sobre o solo, clima, geomorfologia, geologia e hidrografia do Estado de São Paulo. O trabalho da CGG revelou-se extremamente importante para o processo de ocupação territorial no interior do Estado.

Entre suas realizações destacam-se as expedições exploratórias aos grandes rios, e, assim como os antigos Bandeirantes, os pesquisadores utilizaram essas vias naturais de transporte para iniciar os levantamentos científicos. Os trabalhos da CGG duraram até 1931, e quase tudo que se realizou na pesquisa (mapas, relatórios, documentos fotográficos, além de equipamentos), passaram a pertencer a diversos órgãos e instituições de pesquisa como o Instituto Geológico, o Instituto de Botânica, o Instituto Florestal, o Instituto Geográfico e Cartográfico, o Centro Tecnológico de Hidráulica e Recursos Hídricos, o Museu Paulista (Ipiranga), o Museu de Zoologia, o Museu de Arqueologia e Etnologia, o Instituto Astronômico e Geofísico, dentre outros.

Colaboraram na Comissão, pesquisadores e naturalistas famosos como: Theodoro Sampaio, Albert Loefgren, Orville Adelbert Derby, Francisco de Paula Oliveira, Luiz Felipe Gonzaga de Campos, entre outros.

A CGG, em 45 anos de existência, lançou em média duas publicações por ano, colaborando com seus levantamentos no reconhecimento e planejamento do espaço territorial paulista. Deve-se ainda à CGG a aquisição e coleta de parte das coleções que atualmente compõem o acervo do Museu Geológico – MUGEO.

Criado em 2010 a Curadoria do Acervo Histórico, do MUGEO, tem como objetivo identificar, organizar, descrever, preservar e divulgar o acesso às informações de uma importante documentação relativa aos estudos geocientíficos que nortearam a ocupação do solo no Estado de São Paulo. O arquivo abrange o período entre 1886 e 1975 e seu objetivo maior é o de manter a conservação dessa documentação para as futuras gerações e permitir o fácil acesso às informações para pleno uso dos cidadãos e dos pesquisadores.

Ao longo desse ano a equipe do Centro de Comunicação Técnico-Científica, em conjunto com a Curadoria do Acervo Histórico disponibilizarão os relatórios históricos da CGG. A principio 3 relatórios históricos estão disponíveis e já podem ser acessados pelo link abaixo.

Publicações disponíveis para download

segunda-feira, 12 de março de 2018

Áreas de risco no Litoral Norte e no Vale do Paraíba foram avaliadas pelo Instituto Geológico


 São Luiz de Paraitinga
Ubatuba
Bananal

No mês de fevereiro, na passagem do 22 para o dia 23 o Município de Ubatuba foi atingido por fortes chuvas que geraram volumes acumulados de 300 mm em 72 h. No dia 23 foram realizados atendimentos emergenciais em dois bairros. No bairro Sesmaria foi registrado 1 óbito em decorrência de escorregamento que atingiu algumas moradias em duas áreas, e no bairro de Enseada duas outras áreas também foram atingidas por escorregamento, ferindo 1 pessoa. A Prefeitura Municipal e a Defesa Civil Estadual prestaram apoio aos moradores.

No dia 27, uma outra equipe realizou vistoria técnica no Distrito Catuçaba, Município de São Luiz do Paraitinga, que foi severamente afetado por uma forte precipitação pluviométrica ocorrida no fim da tarde do dia anterior (26/02), cujo acumulado de três horas foi medido em 139 mm. Ocorreram enchentes, inundações e solapamento de margens ao longo do Ribeirão do Chapéu e de seus tributários. No centro do Distrito foram atingidas ruas e aproximadamente 150 moradias, que nos casos mais extremos o nível da água ultrapassou 1,5 m. A Prefeitura Municipal e a Defesa Civil Estadual prestaram apoio aos moradores.

Já no mês de março, nos dias 07 e 08 foram realizadas vistorias emergenciais no Município de Bananal, que foi atingido por fortes chuvas ocorridas nos primeiros dias do mês, tendo sido registrado pela Coordenadoria Municipal de Defesa Civil um acumulado de aproximadamente 70 mm em três horas. Estas chuvas deflagraram diversos escorregamentos em taludes naturais, de corte e aterros, alguns dos quais atingiram moradias e vias.

No Município de Areias, o acumulado de chuva de 175 mm em 72 horas deflagrando escorregamentos de taludes de corte em diversos pontos do Município. Como resultado das vistorias, além de outras recomendações, foi indicada a interdição preventiva de 8 moradias durante o período chuvoso.

CLIQUE AQUI e veja como foi a análise de risco emergencial em São Sebastião e Ilhabela.

CLIQUE AQUI e saiba como foi o atendimento em Monteiro Lobato.

CLIQUE AQUI e veja o balanço parcial de atendimentos da Operação Chuvas de Verão 2017-2018.

Maiores informações:

CLIQUE AQUI para saber mais sobre o Plano Preventivo de Defesa Civil (PPDC)

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Análise de risco emergencial é realizada em 20 pontos em São Sebastião e Ilhabela após fortes chuvas atingirem a região

 Atendimento em São Sebastião
Atendimento em Ilhabela


Atendendo os procedimentos do Plano Preventivo de Defesa Civil (PPDC), o Instituto Geológico (IG) e a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC) realizaram, nos dias 15 e 16 de fevereiro, vistoria técnica em várias áreas dos municípios que foram afetadas pela forte chuva ocorrida em 14 de fevereiro de 2018.

Em São Sebastião foram vistoriados 07 pontos nos bairros Itatinga, Topolândia e Enseada com a interdição de cerca de trinta moradias. Em Ilhabela foram vistoriados 13 pontos, nos bairros do Morro do Cantagalo, Itaquanduba (Morro dos Mineiros), Água Branca e Cambaquara com a interdição de oito moradias.

Os principais processos perigosos observados foram escorregamentos planares de solo e material de aterro, rastejo de solo, enxurradas, queda e rolamento de blocos e erosão acelerada.

CLIQUE AQUI e veja o balanço parcial de atendimentos da Operação Chuvas de Verão 2017-2018.

CLIQUE AQUI e saiba como foi o atendimento em Monteiro Lobato.

Maiores informações:


terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Instituto Geológico mapeou o perigo de contaminação da água subterrânea na região de Indaiatuba a Capivari (SP)

Perigo de contaminação da água subterrânea relacionado à atividade agrícola na área rural

O Instituto Geológico (IG) realizou um mapeamento do perigo de contaminação dos aquíferos na porção sul da UGRHI 5 (Bacias Hidrográficas dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí) na região entre Indaiatuba e Campinas (SP), leste do estado de São Paulo, caracterizada por um expressivo desenvolvimento econômico e acentuado processo de expansão urbana. A metodologia abordada considera que o perigo de contaminação da água subterrânea resulta da interação entre a vulnerabilidade natural dos aquíferos e a carga potencial contaminante imposta por atividades antrópicas, e se apoia no uso de técnicas de análise espacial. Os resultados, publicados no volume 38(1) da Revista do IG estão disponíveis em: (http://ppegeo.igc.usp.br/index.php/rig/article/view/11688), indicam que as áreas mais críticas estão nos distritos industriais de Indaiatuba e de Salto e em áreas dispersas ao longo do rio Capivari e das rodovias.

Para esse mapeamento, foram utilizados os mapas de classificação de fontes pontuais e difusas elaborados pela mesma equipe em trabalho anterior, Disponível em: (http://ppegeo.igc.usp.br/index.php/rig/article/view/8949/8214).

As pesquisas inserem-se no âmbito do projeto Arctub-1, financiado pelo FEHIDRO. Para acessar o relatório final e seus anexos CLIQUE AQUI.

O mapeamento auxiliará no planejamento do uso e ocupação do solo da região, indicando prioridades para o controle das atividades antrópicas e para a proteção das captações de água subterrânea.