segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Realizado em São Paulo o VII Seminário “Estratégias para Redução de Riscos e Desastres a Eventos Geodinâmicos no Estado de São Paulo”

 Dr. Ricardo Vedovello e Dra. Patricia Iglecias
Tenente-Coronel PM Walter Nyakas Júnior, Coronel PM JOsé Roberto Rodrigues de Oliveira, Dra. Patricia Iglecias e Dr. Ricardo Vedovello

A Secretaria do Meio Ambiente, por meio do Instituto Geológico (IG) e a Casa Militar, por meio da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC) realizaram nos dias 18 e 19 de novembro o VII Seminário “Estratégias para Redução de Riscos e Desastres a Eventos Geodinâmicos no Estado de São Paulo”.

Participaram da cerimônia de abertura do VII Seminário, a Secretária Estadual do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Patrícia Iglecias, o Secretário-Chefe da Casa Militar e Coordenador Estadual da Defesa Civil, Coronel PM José Roberto Rodrigues de Oliveira, o Prefeito de Itaoca Rafael Rodrigues de Camargo, o Diretor Geral do Instituto Geológico, Ricardo Vedovello, e o Diretor da Diretoria de Defesa Civil, do Estado de São Paulo o Tenente-Coronel PM Walter Nyakas Júnior.

Na solenidade de abertura houve a entrega do Relatório do Mapeamento de Risco ao Município de Itaoca. Este documento foi elaborado pelo Instituto Geológico, no âmbito do termo de Cooperação Técnica IG/CEDEC. Durante o evento a Secretária do Meio Ambiente, Dra Patrícia Iglecias e o Secretário Chefe da Casa Militar, Coronel PM José Roberto Rodrigues assinaram a renovação do Termo de Cooperação Técnica relativo a situações de risco geológico-geotécnico e avaliação de risco. A Secretária do Meio Ambiente também palestrou sobre Estratégias da Secretaria do Meio Ambiente para a COP21 e o Secretário da Casa Militar sobre Estratégias da Defesa Civil Estadual frente às novas políticas internacionais e nacionais de gestão de risco de desastres.

Na ocasião foram lançados produtos técnicos e educacionais voltados à aplicação na prevenção e na gestão de riscos dos desastres como: O lançamento do Mapa de Perigo de Escorregamento Planar e Inundação do Estado de São Paulo; lançamento das Unidades Homogêneas de Uso e Cobertura da Terra UHCT do Estado de São Paulo; Coleção Geonatural nº3 “Você sabe o que é Erosão Continental”.

Com o objetivo de avaliar as estratégias, e ações de redução de risco e desastres em níveis local, estadual e nacional desenvolvidas em 2015, foram abordados ainda durante o evento: os Planos Estadual e Nacional de Adaptação às Mudanças Climáticas; a gestão de risco de desastre no Setor de Logística e Transporte; balanço das ações dos Estados do Rio de Janeiro, Paraná e São Paulo, por meio dos respectivos órgãos setoriais de geologia, DRM, MINEROPAR, Instituto Geológico e IPT e no nível nacional as ações do Serviço Geológico Nacional – CPRM; a visão da Defesa Civil e da mídia sobre os avanços e dificuldades no uso dos instrumentos de análise e mapeamento de risco e a experiência do Grupo “Armando o Barranco” com comunidades em áreas de risco geológico.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Instituto Geológico no VI Simpósio de Restauração Ecológica

Mesa de abertura

O Instituto Geológico (IG) participou com estande de divulgação e distribuição de publicações institucionais no “VI Simpósio de Restauração Ecológica”, ocorrido de 11 a 13 de novembro de 2015 no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center localizado na zona sul da cidade.

Com o tema central “Novos Rumos e Perspectivas” o objetivo do simpósio foi promover discussões sobre as tendências das políticas públicas a serem adotadas, mas sempre com base na pesquisa científica e nos processos socioambientais, cumprindo a legislação ambiental e as metas já estabelecidas.

O Diretor Geral do Instituto Geológico Dr. Ricardo Vedovello participou da cerimônia de abertura do evento juntamente com os Pesquisadores Científicos Rosângela Amaral e Renato Tavares.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Instituto Geológico participa do 14º Simpósio de Geologia do Sudeste em Campos do Jordão





Entre os dias 26 a 29 de outubro de 2015 a Sociedade Brasileira de Geologia (SBG) promoveu o 14º Simpósio de Geologia do Sudeste (SBG), o 8º do Cretáceo do Brasil e o VI Simpósio Nacional de Ensino e Histórias de Ciências da Terra (EnsinoGeo) em Campos do Jordão.

O Simpósio teve como tema central “A Importância dos Recursos Naturais na Economia Brasileira”, e contou com sessões técnicas nas áreas de: Bacias Sedimentares, Recursos Minerais e Hidrocarbonetos, Geotectônica e Evolução Crustal, Geodinâmica do Cenozoico, Geotecnologias, Ensino e Divulgação em Geociências e Geociências Aplicadas e Ambientais.

O Instituto Geológico (IG) apoiou a realização do evento, organizando e participando de mesas redondas, comissão científica, coordenação de sessões técnicas, apresentações de trabalhos e com estande de divulgação, onde foram distribuídas publicações desenvolvidas na Instituição com resultados de trabalhos realizados pelos pesquisadores e técnicos.

O pesquisador William Sallun Filho participou da comissão científica e da coordenação da Sessão Técnica 4 - Geodinâmica do Cenozóico, e a pesquisadora Lídia Keiko Tominaga coordenou a Sessão Técnica 7 - Geociências Aplicadas e Ambientais, além de apresentarem trabalhos.

Durante o evento o Diretor Geral do Instituto Geológico (IG) Ricardo Vedovello coordenou a Mesa Redonda: “Contexto atual da gestão de riscos de desastres no Estado de São Paulo”, Dr. Vedovello representou a Secretária do Meio Ambiente Dra. Patrícia Iglecias na ocasião. A mesa contou ainda com a participação do Secretário-Chefe da Casa Militar e Coordenador Estadual de Defesa Civil Cel. José Roberto Rodrigues de Oliveira; do Prefeito de Campos do Jordão Sr. Frederico Guidoni Scaranello; do Especialista Ambiental do Instituto Geológico Eduardo de Andrade e da Geóloga do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) Dra. Andrea Fregolente Lazaretti.

Ao todo foram apresentados 13 trabalhos científicos entre posteres e apresentações orais que envolveram cerca de 20 profissionais do Instituto Geológico (IG) entre pesquisadores e técnicos e em alguns casos, os trabalhos contaram com a parceria de outros profissionais de instituições de pesquisa e ensino.

O público presente foi cerca de 400 participantes da área de Geociências, entre pesquisadores, profissionais e estudantes de graduação e de pós-graduação, além de profissionais de ensino.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Instituto Geológico participa do 15º Congresso Brasileiro de Geologia de Engenharia e Ambiental em Bento Gonçalves (RS)

Lídia Keiko Tominaga coordenando a mesa redonda “Metodologias dos mapeamentos voltados ao planejamento urbano e à gestão de riscos” 
 Ricardo Vedovello recebendo o prêmio “Prêmio Fernando Luiz Prandini”
Estande de divulgação do Instituto Geológico

Entre os dias 18 e 21 de outubro de 2015 foi realizado na cidade de Bento Gonçalves (RS) o 15º Congresso Brasileiro de Geologia de Engenharia e Ambiental (CBGE). O tema central do evento foi “Geologia de Engenharia e Ambiental em Áreas Urbanas - A Chave para um Desenvolvimento Sustentável”, considerando-se que um dos maiores desafios para a geologia de engenharia continua sendo a harmonização da ocupação humana com as potencialidades e restrições do meio físico, principalmente, nas grandes metrópoles. Neste sentido, o principal objetivo do congresso foi o de promover um amplo debate sobre as demandas com as quais os profissionais de Geologia de Engenharia e Ambiental se defrontam no seu dia a dia, assim como trazer para discussão os novos desafios para os quais estes profissionais deverão estar preparados em um futuro bastante próximo, se não imediatamente.

A sessão de abertura contou com a solenidade de entrega de prêmios. Neste ano o “Prêmio Fernando Luiz Prandini” foi concedido ao Diretor Geral do Instituto Geológico Dr. Ricardo Vedovello, pelo conjunto dos trabalhos e atividades desenvolvidas. Criado em 31 de março de 2011, o prêmio destina-se ao reconhecimento de associados da ABGE que tenham se destacado pela contribuição ao desenvolvimento da Geologia de Engenharia e Ambiental, notadamente nas aplicações ao Meio Ambiente. Vedovello revelou aos presentes no evento a satisfação em receber tal honraria que leva o nome de um profissional tão competente e admirado na área.

O Diretor também proferiu a palestra intitulada “Prevenção de desastres naturais e mudanças climáticas no Estado de São Paulo”, na seção técnica “Inserção da cartografia geotécnica e geoambiental e novas oportunidades de atuação”.

A pesquisadora Dra. Lídia Keiko Tominaga coordenou a mesa redonda “Metodologias dos mapeamentos voltados ao planejamento urbano e à gestão de riscos”, e apresentou o trabalho ”Gestão de riscos de desastres naturais no Estado de São Paulo”.

O especialista ambiental Eduardo de Andrade apresentou os seguintes trabalhos: “A redução dos riscos de desastres começa na escola: estudo de caso em Campos de Jordão”; e ”Aplicação de método semiquantitativo no mapeamento de perigos e riscos de inundação em escala local no município de Guaratinguetá-SP”.

O Instituto Geológico também marcou presença na divulgação e distribuição de publicações institucionais durante todo o evento, onde manteve um estande e atendimento realizado por sua equipe de comunicação. O evento reuniu cerca de 500 participantes entre especialistas nacionais e internacionais, pesquisadores, professores e estudantes.

Mais informações em http://www.abge.org.br/cbge2015

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Novo Volume da Revista do Instituto Geológico



O volume 35, nº 2, da Revista do Instituto Geológico está disponível para download no Portal de Periódicos Eletrônicos em Geociências – PPEGeo.

Neste volume foram abordados temas sobre análise morfológica em terrenos cársticos, mapeamento de perigo e risco de inundação, registro de fósseis vertebrados do Cretáceo Superior, morfometria de esporos fósseis e a evolução do conhecimento da Província Ígnea do Paraná.

A Revista do Instituto Geológico tem como finalidade publicar artigos relacionados às Geociências e áreas correlatas, inéditos e originais, de caráter científico ou tecnológico. A partir de 1980, a Revista dá sequência ao periódico do Instituto Geográfico e Geológico, o I.G.G. (1943-1968), e aos boletins científicos da Comissão Geográfica e Geológica do Estado de São Paulo, editados desde 1889.

A Revista está sendo publicada a cores em suas versões impressa e digital, sem custo aos autores. Para todos os artigos da coleção está sendo atribuído o DOI.
Convidamos todos os colegas a submeterem artigos científicos para a Revista do Instituto Geológico.

Veja os artigos e instruções para submissão, clicando AQUI.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Curso de Percepção de Perigos e Riscos Geológicos é ministrado pelo IG para profissionais da Saúde no Município de Campos do Jordão (SP)






No período de 13 a 15 de outubro de 2015 o Instituto Geológico (IG) ministrou o 1º Curso de “Percepção de Perigos e Riscos Geológicos Voltado aos Agentes de Saúde do Município de Campos do Jordão (SP)”.
Este curso foi oferecido como mais uma atividade complementar ao Mapeamento das Áreas de Risco realizado pelo IG, no ano passado, e permitiu aos profissionais municipais a construção da percepção de risco por meio do contato com os conceitos ligados a Perigos e Riscos Geológicos (1º dia), da atividade de campo (2º dia) e do estudo da aplicação direta desse conhecimento nas atividades profissionais (3º dia).

O principal objetivo desta atividade é fornecer subsídios básicos para que esses profissionais possam desenvolver habilidades e competências voltadas ao enfrentamento dos desastres naturais, especialmente nas comunidades situadas em áreas de risco.

A capacitação das comunidades e das equipes municipais em percepção de risco é uma das ações postuladas pelo Decreto Estadual nº 57.512/11 (Programa Estadual de Prevenção de Desastres Naturais e Redução de Riscos Geológicos - PDN) e pela Lei Federal nº 12.608/12 (Política Nacional de Proteção e Defesa Civil - PNPDC) que objetivam o desenvolvimento sustentável e maior resiliência dos municípios frente aos desastres naturais.

A equipe do Instituto Geológico responsável pelo curso foi composta pelo Geógrafo Rogério Rodrigues Ribeiro, pela Geóloga Maria José Brollo, pelo Especialista Ambiental Eduardo de Andrade e pela Educadora Ambiental com ênfase em Geociências Márcia Vieira Silva. Esta realização contou também com o apoio da Defesa Civil Municipal (COMPEC), da Secretaria Municipal de Saúde, da Secretaria Municipal de Educação de Campos do Jordão, da Coordenadoria Regional de Defesa Civil (REPDEC) e da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEPDEC).

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Instituto Geológico apoia a realização do 14º Simpósio de Geologia do Sudeste


O 14º Simpósio de Geologia do Sudeste (SBG), o 8º do Cretáceo do Brasil e o VI Simpósio Nacional de Ensino e Histórias de Ciências da Terra (EnsinoGeo) acontecerão simultaneamente na cidade de Campos do Jordão (SP), entre os dias 26 a 29 de novembro de 2015, no Campos do Jordão Convention Center, localizado no Capivari. Os eventos são organizados pela Sociedade Brasileira de Geologia (SBG).

O Simpósio terá como tema central “A Importância dos Recursos Naturais na Economia Brasileira”, e contará com sessões técnicas nas áreas de: Bacias Sedimentares, Recursos Minerais e Hidrocarbonetos, Geotectônica e Evolução Crustal, Geodinâmica do Cenozoico, Geotecnologias, Ensino e Divulgação em Geociências e Geociências Aplicadas e Ambientais.

Espera-se mais de 600 participantes da área de Geociências, entre pesquisadores, profissionais e estudantes de graduação e de pós-graduação, além de profissionais de ensino. Serão apresentados trabalhos, como mesas redondas para debater os temas propostos.

O Instituto Geológico (IG) apoia a realização do evento, participando de mesas redondas, debates, apresentando trabalhos e estará com estande de divulgação, distribuindo publicações desenvolvidas na Instituição com resultados de trabalhos realizados pelos pesquisadores e técnicos.

Este ano o IG coordena uma Mesa Redonda intitulada: “Contexto Atual da Gestão de Riscos de Desastres no Estado de São Paulo”, que contará com a presença da Secretária do Meio Ambiente e do Secretário-chefe da Casa Militar e Coordenador Estadual de Defesa Civil.

Maiores informações sobre a Mesa Redonda coordenada pelo IG CLIQUE AQUI


Maiores informações sobre o evento CLIQUE AQUI

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Pesquisador do Instituto Geológico participa de evento sobre Mudanças climáticas na Faculdade Cásper Líbero





Nos dias 08 e 09 de outubro de 2015 a Faculdade Cásper Líbero realizou o evento “Mudanças climáticas e redução de riscos de desastres no Brasil: o papel e os desafios da comunicação”. O encontro ocorreu no Teatro Cásper Líbero e foi uma oportunidade para os profissionais de comunicação, cientistas e gestores fomentarem a troca de informações e boas práticas no campo da comunicação de riscos.

O Pesquisador Cláudio José Ferreira, Coordenador do Grupo de Pesquisa “Gestão de Riscos e Desastres relacionados a Eventos Naturais” do Instituto Geológico (IG) participou no dia 09 na Mesa-redonda intitulada “Redução de Riscos de Desastres: o papel da ciência e da academia”, onde abordou a relação do tema com o protocolo de Sendai, a diferença entre a produção de conhecimento e sua utilização, as características do raciocínio geológico, os desafios para a informação ser útil e utilizada e exemplos da atuação do Instituto Geológico.

A apresentação pode ser visualizada CLICANDO AQUI.

A Mesa-redonda teve como participantes o pesquisador Agostinho Ogura, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), os diretores dos Centros Universitários de Estudos e Pesquisas sobre Desastres de Santa Catarina (UFSC) e de São Paulo (USP) respectivamente Edesio Jungles e Carlos Morales, representando o Prof. Dr. Hugo Yoshizki.

CEDEC e IG realizam treinamento técnico para membros das Defesas Civis em Capão Bonito, representando o inicio das atividades relativas a Operação Verão 2015-2016




Nos dias 05 e 06 de outubro de 2015, os municípios de Capão Bonito, Itapeva, Taquarivaí, Itapetininga, Buri, São Miguel Arcanjo, Ribeirão Branco e Guapiara receberam o treinamento para operacionalização do Plano Preventivo de Defesa Civil (PPDC) e Operação Verão (OPOV) 2015/2016.

Realizado no município de Capão Bonito, o treinamento foi promovido pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC) e teve o apoio técnico do Instituto Geológico (IG) e da empresa Somar Meteorologia.

O Geólogo Dr. Jair Santoro do IG, dissertou sobre definições e tipos de escorregamentos e conceitos de riscos geológicos, reconhecimento e tipos de feições de instabilidade e instruções para o preenchimento da ficha de vistoria técnica especifica para escorregamentos de encosta.

A meteorologista Marina Vicente Vieira, da empresa Somar Meteorologia, abordou temas como previsões meteorológicas, tipos de chuvas, boletins meteorológicos, leitura de pluviômetro manual e apresentou as tendências climáticas para o período de abrangência do Plano, que vai de 01 de dezembro de 2015 a 31 de março de 2016.

O 1º Ten. PM Marcelo Kamada, da CEDEC, falou sobre o funcionamento do Centro de Gerenciamento de Emergência da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, a das mudanças ocorridas na Operação dos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDCs) e falou da importância do Programa Estadual de Prevenção de Desastres Naturais e Redução de Riscos Geológicos (PDN). O Cap. PM Rudyard Panzarini Paiva, também da CEDEC apresentou o passo-a-passo da formalização de convênios entre a Casa Militar e os Municípios, além de analisar os aspectos mais importantes relativos a nova Lei de Defesa Civil nacional, 12.608 de 2012.

Este treinamento foi realizado no auditório da escola municipal Oscar Kurtz Camargo e reuniu cerca de 100 pessoas, entre agentes de Defesa Civil, técnicos das Prefeituras e do Estado, além de Policiais Militares e Bombeiros.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Instituto Geológico promove VII Seminário para redução de riscos e desastres


Nos dias 18 e 19 de novembro de 2015, o Instituto Geológico (IG), órgão da Secretaria do Meio Ambiente (SMA), promoverá o VII Seminário Estratégias para Redução de Riscos e Desastres a Eventos Geodinâmicos no Estado de São Paulo. O evento será realizado no auditório Augusto Ruschi, na sede da SMA, a partir das 8h30.

O evento tem com objetivo avaliar estratégias e ações de redução de risco e desastres em níveis local, estadual e nacional desenvolvidas em 2015. Será enfatizada as relações da gestão de risco de desastres com as mudanças climáticas, em atenção à realização, de 30 de novembro a 11 de dezembro de 2015, da Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP21) e da gestão de risco de desastre no Setor de Logística e Transporte, em atenção às políticas setoriais do Programa Estadual de Prevenção de Desastres Naturais e de Redução de Riscos Geológicos (PDN), instituído pelo Decreto Estadual no 57.512, de 11 de novembro de 2011.

Visando fortalecer a cooperação para o pacto federativo será apresentado um balanço das ações dos Estados do Rio de Janeiro e Paraná, por meio dos respectivos serviços geológicos estaduais, DRM e MINEROPAR e no nível nacional as ações do Serviço Geológico Nacional (CPRM).

O temário abordará avaliação e mapeamento de risco, estratégias para evitar, reduzir, mitigar e erradicar o risco, monitoramento de risco e sistemas de informações e formas de capacitação e disseminação de agenda propositiva para gestão de risco de desastres.

O seminário é aberto a toda comunidade interessada no tema com foco em servidores públicos municipais e estaduais da área de gestão de risco e desastres, comunidade acadêmica e sociedade civil organizada. O perfil esperado dos participantes é o de gestores e executores de políticas públicas de redução de risco, acadêmicos envolvidos na melhoria da gestão de risco de desastres e transferência de conhecimento e profissionais dos segundo e terceiro setores que se interessem em prover serviços e suporte às políticas públicas de redução de risco de desastre.

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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Pesquisadora do Instituto Geológico apresenta projeto de pesquisa Internacional sobre a elevação do nível médio do mar

 Célia Regina de Gouveia Souza
Áreas estudadas

Pesquisadora do Instituto Geológico (IG) Célia Regina de Gouveia Sousa integra um grupo de cientistas internacionais que organizaram um workshop na Associação Comercial de Santos no dia 30 de setembro de 2015, com o objetivo de apresentar o projeto de pesquisa ao público.

O Projeto de pesquisa é financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e se denomina “Uma estrutura integrada para analisar tomada de decisão local e capacidade adaptativa para mudança ambiental de grande escala: estudo de caso de comunidades no Brasil, Reino Unido e Estados Unidos”, cuja sigla é METROPOLE. O objetivo é realizar um estudo detalhado sobre a elevação do nível do mar com previsões até 2100 que envolve pesquisadores de várias instituições brasileiras (INPE, CEMADEM, USP, UNICAMP, IG/SMA), da americana University of Florida e da inglesa Kings College of London na análise e projeção desse aumento.

O município de Santos foi escolhido para o projeto por ser líder regional em sustentabilidade, por ter uma base de dados de mapeamento georreferenciado bem organizado e apresentar vulnerabilidades costeiras. Outras duas cidades participam do projeto: Condado de Broward (EUA) e Selsey (Inglaterra). O estudo oferece às cidades a possibilidade de se antecipar aos fenômenos naturais previstos. Esta é a primeira vez que o poder público tem em mãos uma pesquisa com nível de detalhamento tão alto de projeção do aumento do nível do mar e variações climáticas. As informações de impactos das mudanças climáticas poderão ser incorporadas nas ações de planejamento local.

O coordenador do Projeto, Dr. José Marengo do Centro Nacional de Monitoramento de Desastres Naturais (CEMADEM) e representante do Brasil no painel da ONU sobre mudanças climáticas, ressalta que a pesquisa é um alerta para a população se adaptar aos cenários apresentados, porém, se nada for feito, haverá sérios problemas com a elevação da ocorrência e intensidade das tempestades e ressacas. Mas tranquiliza completando que a elevação do nível do mar não significa que todas as pessoas ficarão com água na porta de suas casas.

A pesquisadora do IG Célia apresentou as áreas de estudo com maior risco de sofrerem impactos com as mudanças climáticas 2 km² na Zona sudeste, onde há cerca de 34 mil habitantes e 1.400 lotes fiscais, e de 11 km² na Zona noroeste, onde vivem 83 mil pessoas em 20 mil lotes. Os gráficos foram confeccionados com dados históricos de ressacas e tempestades divulgados em jornais desde 1960. Dados de Marégrafos e Satélites também foram usados na plataforma COAST (Costal Adaptation to Sea Level Rise Tool), onde foram elaborados modelos de projeções climáticas para 2050 e 2100, com cenários de aumento de nível do mar associado a tempestades. As previsões mínima, mediana e extrema para 2050 são de 18, 23 ou 30 cm, respectivamente. Para 2100, as projeções são de 36, 45 cm e 1 metro.

Além da pesquisadora do IG, também estão envolvidos no projeto os cientistas Lucí Hidalgo Nunes (Instituto de Geociências da Unicamp); Roberto Greco (Instituto de Geociências da Unicamp); Joseph Harari (Instituto Oceanográfico da USP); e da Prefeitura de Santos Ernesto Tabuchi (da Secretaria Municipal do Meio Ambiente) e Eduardo Hosokawa (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano).

Na parte da manhã foram distribuídos questionários para balizar as discussões da parte da tarde onde foram realizadas dinâmicas de grupo, com o objetivo de elaborar propostas que serão processadas e analisadas. No dia 01 de dezembro de 2015 os resultados serão apresentados ao público, assim como as medidas viáveis de adaptação da cidade e estimativa de custos. Com base nesse estudo, a prefeitura de Santos vai desenvolver um planejamento estratégico nas áreas relacionadas ao projeto.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

O Instituto Geológico participa da XLV SEGESP

 Aula teórica
 Aula prática
Publicações do Instituto Geológico


A 45ª Semana de Estudos Geológicos do Estado de São Paulo - XLV SEGESP está sendo realizada na cidade de Rio Claro entre os dias 28/9 a 2/10/2015, no Instituto de Geociências e Ciências Exatas da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho-IGCE/UNESP.


A XLV SEGESP foi organizada pelos alunos da Geologia da UNESP com apoio de diversas instituições. O Intituto Geológico (IG) esteve presente com divulgação e distribuição de publicações desenvolvidas pela instituição.

A Semana de Estudos Geológicos reuniu cerca de 200 participantes entre professores e estudantes de áreas afins com objetivo de transmitir e discutir conhecimentos para melhor desenvolvimento acadêmico proporciona através de palestras, minicursos e oficinas de diferentes temas, informações e assuntos diversificados dentro das Geociências.

O pesquisador Dr. William Sallun Filho, do Instituto Geológico, ministrou o minicurso intitulado “Introdução à Geologia do Carste” nos dias 28 e 29/9/2015. O minicurso abordou os diversos aspectos da Geologia do Curso e contou com cerca de 40 alunos graduandos em Geografia e Geologia.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Pesquisador do Instituto Geológico ministra palestra sobre Conservação da Geodiversidade durante o 2º Curso de Introdução ao Manejo de UCs

Foto: José D. Senhorinho

O pesquisador do Instituto Geológico (IG), Rogério Rodrigues Ribeiro, ministrou palestra sobre “Conservação da Geodiversidade” durante o primeiro módulo do 2º Curso de Introdução ao Manejo de Unidades de Conservação, realizado na sede do Instituto Florestal (IF) nos dias 24 a 28 de agosto de 2015.

O curso foi voltado a profissionais e estudantes com atuação em meio ambiente e ofereceu formação básica direcionada ao planejamento e manejo de Unidades de Conservação (UCs). Dentre os diversos assuntos abordados estão: A história da conservação em São Paulo e no Brasil, a evolução e consolidação das categorias de UC; o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC); a conservação da biodiversidade, geodiversidade e recursos hídricos; o uso de geotecnologias no planejamento e gestão de UCs; os planos de manejo e zoneamento; as Reservas Particulares do Patrimônio Natural; o pagamento por serviços ambientais e o licenciamento ambiental. Também foram realizadas atividades de campo pelo Parque Estadual Alberto Löfgren e dinâmicas de grupo.

Além do pesquisador do IG, o corpo docente foi composto por pesquisadores e técnicos do IF, da Fundação Florestal (FF) e da Companhia Ambiental do Estado e São Paulo (Cetesb). Ao todo, participaram 40 alunos. O segundo módulo será ministrado nos dias 28 de setembro a 02 de outubro de 2015.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Resultados de projeto financiado pelo FEHIDRO sobre delimitação de áreas de proteção de poços é apresentado pelo Instituto Geológico (IG) e Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) em reunião realizada em São José do Rio Preto

 Pesquisadora Mara Akie Iritani Foto: CBH-TG
Representantes municipais presentes Foto: CBH-TG


Os resultados do projeto “Delimitação de Áreas de Proteção de Poços de Abastecimento Público - Sistema Aquífero Bauru” foram apresentados por pesquisadores do Instituto Geológico (IG) e do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) em uma reunião técnica realizada no dia 15 de setembro em São José do Rio Preto.
Para a realização da reunião contou-se com a grande colaboração do Comitê das Bacias Hidrográficas dos Rios Turvo e Grande (CBH-TG) e do DAEE, através da Diretoria de Bacia do Turvo/Grande, e ainda o apoio da Coordenadoria de Recursos Hídricos (CRHi).
Realizado com suporte financeiro do Fundo Estadual de Recursos Hídricos - FEHIDRO, o estudo abrangeu 120 municípios das UGRHIs 12 (Baixo Pardo/Grande), 15 (Turvo/Grande), 16 (Tietê/Batalha), 17 (Médio Paranapanema), 18 (São José dos Dourados), 19 (Baixo Tietê), 20 (Aguapeí), 21 (Peixe) e 22 (Pontal do Paranapanema), que utilizam o Sistema Aquífero Bauru para o abastecimento público.
Cada município foi objeto de diagnóstico das condições da proteção sanitária dos poços e a delimitação do Perímetro de Alerta, conforme estabelece o Decreto Estadual nº 32.955/91, com o levantamento das fontes potenciais de contaminação ao redor dos poços. A intenção é auxiliar os municípios, com população até 20 mil habitantes e que utilizam o Sistema Aquífero Bauru para o abastecimento, na implantação de medidas e ações para a proteção dos poços públicos.
Na reunião realizada em São José do Rio Preto participaram representantes de 61 municípios estudados, das UGRHIs 12 (Baixo Pardo/Grande), 15 (Turvo/Grande), 16 (Tietê/Batalha), 17 (Médio Paranapanema), 18 (São José dos Dourados) e 19 (Baixo Tietê), e técnicos de órgãos afins como DAEE, CETESB, Vigilância Sanitária e SABESP. Para os demais 59 municípios estudados, os resultados foram apresentados em reuniões realizadas no final de agosto em Presidente Prudente e Marília.
A versão digital do "Roteiro Orientativo para Delimitação de Áreas de Proteção de Poços" pode ser obtida AQUI

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Instituto Geológico participa de ações em comemoração ao Dia da Árvore

 Ricardo Vedovello regando a palmeira que plantou
Secretária Patrícia Iglecias com funcionários do IG 
Monitora e participantes de oficina no MUGEO



Em comemoração ao Dia da Árvore (21/09) a Secretaria do Meio Ambiente (SMA) promoveu a “Hora Verde” com o objetivo de estimular a reflexão sobre a necessidade da conservação e do aumento da cobertura vegetal em nosso estado para uma melhor qualidade de vida.

A Hora Verde teve início no domingo (20/09) no Instituto de Botânica (IBt), com o plantio de 50 mudas de palmeira-prateada (Lytocaryum hoehnei), realizada por voluntários e pela secretária do Meio Ambiente Patrícia Iglecias e pelo diretor do Instituto Geológico (IG) Ricardo Vedovello.

Além da Hora Verde, há ainda diversas atividades comemorativas, que serão realizadas pelos órgãos do Sistema Ambiental Paulista durante a semana. No Museu Geológico (MUGEO) foi realizada no dia 20/09 uma programação especial composta por uma exposição e diversas oficinas intitulada: "Cadê o verde que estava aqui?", com o objetivo de proporcionar contato do público com o acervo de fósseis do IG através do contato com plantas atuais e fossilizadas, os visitantes puderam observar os diferentes aspectos da flora, como a forma de reprodução e sua evolução tais como esporos, sementes, flores e frutos.

As oficinas monitoradas abordaram a temática das florestas permianas que existiram no interior de São Paulo, aproximadamente 230 milhões de anos atrás e sua existência pode ser provada pelos inúmeros fósseis preservados e encontrados em faixa de rochas sedimentares da Bacia do Paraná, na região de Rio Claro e Piracicaba.

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Instituto Geológico (IG) e Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) apresentam os resultados de projeto financiado pelo FEHIDRO sobre delimitação de áreas de proteção de poços

 
Marília
presidente Prudente

Pesquisadores do Instituto Geológico (IG/SMA) e do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) apresentaram os resultados do projeto “Delimitação de Áreas de Proteção de Poços de Abastecimento Público - Sistema Aquífero Bauru” em reuniões técnicas realizadas nos dias 25 e 26 de agosto em Presidente Prudente e Marília respectivamente.

A realização das reuniões contou com o indispensável apoio dos Comitês das Bacias Hidrográficas do Pontal do Paranapanema (UGRHI 22) e dos Rios Aguapeí e Peixe (UGRHI 21), do DAEE, através da Diretoria de Bacia do Peixe Paranapanema e da Unidade de Serviços e Obras de Presidente Prudente. Teve ainda o apoio da UNESP de Presidente Prudente e da Coordenadoria de Recursos Hídricos (CRHi) na organização e logística.

Realizado com suporte financeiro do Fundo Estadual de Recursos Hídricos - FEHIDRO, o estudo foi desenvolvido em 120 municípios, das UGRHIs 12 (Baixo Pardo/Grande), 15 (Turvo/Grande), 16 (Tietê/Batalha), 17 (Médio Paranapanema), 18 (São José dos Dourados), 19 (Baixo Tietê), 20 (Aguapeí), 21 (Peixe) e 22 (Pontal do Paranapanema), que utilizam o Sistema Aquífero Bauru para o abastecimento público.

Cada município foi objeto de diagnóstico das condições da proteção sanitária dos poços e a delimitação do Perímetro de Alerta, conforme estabelece o Decreto Estadual nº 32.955/91, com o levantamento das fontes potenciais de contaminação ao redor dos poços. O foco é auxiliar os municípios, com população de até 20 mil habitantes e que utilizam o Sistema Aquífero Bauru para o abastecimento, na implantação de medidas e ações para a proteção dos poços públicos.

Participaram das reuniões representantes de 59 municípios estudados, das UGRHIs 16 (Tietê/Batalha), 17 (Médio Paranapanema), 18 (São José dos Dourados), 19 (Baixo Tietê), 20 (Aguapeí), 21 (Peixe) e 22 (Pontal do Paranapanema), e técnicos de órgãos afins como DAEE, CETESB, Vigilância Sanitária, SABESP e Ministério Público. Outra reunião técnica está prevista para 15 de setembro, em São José do Rio Preto, para apresentar os resultados aos 61 municípios restantes.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Reunião do Conselho Estadual de Monumentos Geológicos (CoMGeo-SP) recebe convidados e discute outras possibilidades de conservação dos Monumentos Geológicos



No dia 27 de agosto de 2015 foi realizada a 12ª reunião do Conselho Estadual de Monumentos Geológicos (CoMGeo-SP), na sala de reuniões da sede do Instituto Geológico (IG). Presidida pelo Diretor Geral do IG, Ricardo Vedovello, a pauta incluiu a avaliação de metodologias de inventariamento do patrimônio geológico, a informação de exemplos de sucesso em gestão de geossítios e a discussão de possíveis instrumentos de conservação para os monumentos geológicos, por meio de legislação especifica.

Após a aprovação da ATA da última reunião, Ricardo realizou uma breve apresentação sobre as ações de fortalecimento institucional desenvolvidas pelo IG nos últimos anos.

Na sequência, o convidado Prof. José Brilha (Universidade do Minho de Portugal) apresentou a palestra “Gestão do Patrimônio Geológico de Portugal”, na qual explicou a metodologia utilizada para a criação do Inventário do Patrimônio Geológico de Portugal, bem como suas etapas, seus desafios e os riscos identificados na catalogação de mais de 300 geossítios em todo o País. Ressaltou ainda a importância fundamental da parceria entre vários órgãos públicos e privados, instituições de pesquisa e universidades.

A também convidada Patrícia Bastos Godoy Otero (Secretária Municipal do Meio Ambiente do Município de Itu) apresentou palestra sobre os “20 anos do Parque Geológico do Varvito e Ações de Gestão”, onde relatou a comemoração do aniversário de vinte anos de criação do Parque do Varvito de Itu e apresentou as ações de gestão e de conscientização dos moradores do município sobre o importante registro geológico ali observado. Destacou-se ainda as demais atividades e ações de parceria/cooperação da municipalidade com outras secretarias, órgãos e universidades.

Por fim, os membros do Conselho discutiram alguns instrumentos legais quanto à possibilidade de atender às características intrínsecas de cada geossítio e monumento geológico, bem como quanto à possibilidade dos mesmos em promover a adequada conservação do patrimônio geológico paulista.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Funcionários do Instituto Geológico participam de treinamento técnico de capacitação em Geociências

Estação Experimental de Mogi Guaçu
Estação Experimental de Mogi Mirim

O Instituto Geológico (IG), com o intuito de capacitar o seu quadro de funcionários e aprimorar o capital humano da Instituição, realizou mais um Treinamento Técnico em Geociências. O tema do treinamento, “Estudo do Meio - A Região Metropolitana de Campinas” foi organizado pela Pesquisadora do IG Mirian Ramos Gutjahr e contou com o auxílio dos Pesquisadores do Instituto Florestal (IF) Paulo Ricardo Brum Pereira e Ivan Suarez da Mota.

O treinamento foi composto por aula teórica (14 de agosto de 2012) e prática (19 a 21 de agosto de 2012) e teve como objetivo capacitar os funcionários de apoio à pesquisa na geografia da percepção, em especial a localização e orientação por meio de bússolas e cartas topográficas. A aula teórica abordou conteúdos como orientação geográfica, fundamentos de climatologia, noções básicas de geomorfologia, percepção da relação entre homem-natureza, entre outros. Além disso, a aula buscou demonstrar a base científica e os procedimentos envolvidos na tarefa de geolocalização em atividades de campo.

As atividades de campo foram realizadas em municípios adjacentes a região metropolitana de Campinas, nas cidades de Salto, Mogi Guaçu e Mogi Mirim. Foram visitados o Parque da Rocha Moutonnée, que é um dos monumentos geológicos declarados no Estado de São Paulo, o Parque Turístico das Cachoeiras e o Parque de Lavras. No Memorial do Rio Tietê os participantes puderam observar a poluição acumulada no rio. As Unidades de Conservação visitadas foram a Estação Experimental de Mogi Guaçu e Estação Experimental de Mogi Mirim, onde puderam observar os resquícios do Cerrado na região e as medidas de proteção e preservação deste bioma. Utilizando como base as cartas topográficas elaboradas pelo IBGE e bússolas, o curso proporcionou aos participantes o entendimento das coordenadas geográficas, as mudanças ocorridas ao longo do tempo geológico e as consequências da ocupação humana ao longo dos anos.

Nos anos anteriores, outros treinamentos técnicos foram oferecidos pelos pesquisadores aos demais funcionários das carreiras de apoio e assistentes de pesquisa científica e tecnológica do IG, conforme segue:






quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Pesquisador do Instituto Geológico participa de Simpósio sobre Redução de Risco e a Resiliência em Cabrália Paulista

Jair Santoro (foto de arquivo)

No dia 19 de agosto de 2015 o pesquisador do Instituto Geológico e geólogo Dr. Jair Santoro participou do Simpósio: “Redução do Risco de Desastres e a Resiliência no Meio Rural e Urbano” realizado no Anfiteatro Lázaro Valdir Cavarsan da Escola Técnica Estadual de Cabrália Paulista - SP.

A participação deu-se na 3° Mesa Redonda do dia, com o tema: “A Contribuição da Educação e da Inovação Tecnológica para a Resiliência”, onde apresentou aspectos conceituais de desastres naturais, os principais processos (como escorregamentos, erosão, inundações, colapso de solos), seus condicionantes, suas causas e consequências, com enfoque especial à região geográfica do simpósio. Também foram expostas formas de gestão de riscos associados aos processos, atualmente em andamento no âmbito estadual, como Planos Preventivos de Defesa Civil e Mapeamentos de Áreas de Riscos, além de apresentar aspectos da educação voltada a resiliência das cidades.

O Simpósio teve como um dos objetivos discutir e tomar decisões que contribuam para a implementação do Marco de Sendai para redução do risco de desastres no período de 2015/2030 no Brasil, visando à consecução da resiliência no meio rural e urbano e configurou-se como um marco inicial para um ciclo de debates fundamentais sobre prevenção de risco nos próximos anos.

Mais de 200 pessoas participaram do evento que foi organizado pelo Centro Integrado de Alerta de Desastres Naturais (CIADEN) da Agência de Inovação Inova Paula Souza/Etec de Cabrália Paulista do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza (CEETEPS), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC).

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Os resultados obtidos servirão de base para o planejamento de uso da água subterrânea e para estudos de detalhe da contaminação por nitrato.


No dia 14 de agosto de 2015, em cerimônia realizada no Palácio dos Bandeirantes, o Secretário de Saneamento e Recursos Hídricos do Estado de São Paulo, Benedito Pinto Ferreira Braga Junior, e o Diretor Geral do Instituto Geológico (IG/SMA), Ricardo Vedovello, assinaram o Contrato que viabiliza recursos do FEHIDRO (Fundo Estadual de Recursos Hídricos) para a execução do Projeto de Pesquisa intitulado “Delimitação das Zonas Potenciais à Contaminação por Nitrato nas Águas Subterrâneas dos Sistemas Aquíferos Bauru e Guarani no Estado de São Paulo”.

O nitrato é o contaminante inorgânico de maior ocorrência em aquíferos no mundo devido à sua alta mobilidade e persistência. Uma das fontes potenciais de nitrato em áreas urbanas compreende os sistemas de saneamento, dos quais se destacam as fossas sépticas e negras, bem como as redes coletoras mal projetadas e executadas, sobretudo em locais de grande densidade populacional. No Estado de São Paulo, conforme os resultados do monitoramento da qualidade natural das águas subterrâneas efetuado pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB), concentrações de nitrato, muitas vezes excedendo o padrão de potabilidade, foram detectadas em inúmeros poços, especialmente naqueles que captam água do Sistema Aquífero Bauru (SAB). Situação semelhante também foi observada na porção aflorante do Sistema Aquífero Guarani (SAG).

O SAB é a maior unidade hidrogeológica do Estado em área de exposição e o mais vulnerável à contaminação antrópica. Cerca de 240 municípios (59%) das regiões centro-oeste e noroeste do interior paulista captam suas águas e, em 210 destes (87%), o abastecimento é integralmente feito por água subterrânea (CETESB 2010). O SAG, por sua vez, ocupa aproximadamente 143.000 km2 sendo que deste total, 15.000 km2 é aflorante, constituindo-se na área de recarga deste sistema aquífero no Estado de São Paulo. Adicionalmente, esta porção apresenta um índice de vulnerabilidade à contaminação da água subterrânea variando de médio a alto.

Esta situação, para ambos os sistemas aquíferos, tem preocupado usuários e gestores dos recursos hídricos nas esferas municipal e estadual. Tendo em vista a extensão e a complexidade do problema da contaminação das águas subterrâneas por nitrato no Estado de São Paulo, bem como a necessidade de ações imediatas para a solução deste problema, este projeto propõe uma abordagem regional voltada à identificação de zonas com potencial de contaminação por nitrato nas áreas urbanas dos municípios localizados nos Sistemas Aquíferos Bauru e Guarani (porção aflorante) no Estado de São Paulo. Os resultados obtidos servirão de base para o planejamento de uso da água subterrânea e para estudos de detalhe da contaminação por nitrato.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Obras do Acervo Histórico do Instituto Geológico recebem tratamento especial no IPEN


A Curadoria do Acervo Histórico do Centro Museu Geológico do Instituto Geológico (IG) em parceria com o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN) realizou a desinfestação e higienização por irradiação de 28 obras do acervo histórico do IG. Entre as obras estão relatórios e livros sujeitos a ataques de insetos xilófagos e ou fungos. O procedimento foi realizado no Irradiador Multipropósito de Cobalto-60 do Centro de Tecnologia das Radiações (CTR). O IPEN realiza esse serviço de conservação e preservação de bens culturais para instituições governamentais.

O método é bem simples, o material é embalado em caixas que são, então, irradiadas de forma a eliminar todo e qualquer vestígio dos insetos e fungos. A irradiação elimina os insetos em qualquer fase de sua vida, larvas ou pupas. O material, depois de irradiado, não necessita ficar de quarentena e pode ser manipulado livremente. Conforme afirma o Sr. Pablo Vásquez “não há qualquer perigo para as pessoas que lidam com o material porque não fica resíduos de radiação e o material fica completamente higienizado e livre dos insetos. A única coisa é que o lugar onde o material será reacondicionado deve ser monitorado para que fique, também, limpo e livre dos insetos evitando, assim, uma recontaminação.”

A radiação extermina basicamente qualquer tipo de resíduo do inseto, e essa é uma grande vantagem em relação a outros tratamentos (químico, atmosfera anóxia, etc.). A explicação é simples: a radiação gama proveniente do Cobalto-60 não possui energia suficiente para desestabilizar o núcleo do átomo, ou seja, é uma radiação cuja energia está abaixo do limiar de ativação da maior parte dos elementos, diferentemente do que ocorre, por exemplo, no bombardeamento por nêutrons no interior de um reator nuclear, que pode deixar traços de radioatividade no material. “Os objetos que passam por nosso procedimento não têm contato com o material radioativo”, assegura o pesquisador Pablo Vasquez, do CTR.

Em poucas horas, o material está livre de infestação, sem qualquer risco ao usuário ou necessidade de “quarentena”.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

SMA disponibiliza Plano de Informação das Unidades Homogêneas de Uso e Ocupação do Solo Urbano (UHCT) do Estado de São Paulo


A Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo (SMA), por meio da Coordenadoria de Planejamento Ambiental (CPLA), com a parceria técnica do Instituto Geológico (IG), contratou a elaboração das Unidades Homogêneas de Uso e Ocupação do Solo Urbano (UHCT) do Estado de São Paulo.

Este mapeamento foi elaborado no âmbito do projeto “Delimitação de sub-bacias, estruturação de base de dados do meio físico e delimitação de unidades homogêneas de uso e ocupação do solo urbano”, financiado pelo Fundo Estadual de Recursos Hídricos (FEHIDRO).

A UHCT constitui um sistema de classificação hierarquizado e multinível. As entidades gráficas (polígonos) deste sistema, associadas à uma tabela de atributos, representam as menores unidades geográficas de análise do uso e do padrão da ocupação urbana, resultantes da associação ou combinação de diferentes elementos da paisagem que definem padrões espaciais específicos. Esta abordagem metodológica consiste na setorização ou parcelamento do território em áreas com características semelhantes quanto a determinados aspectos físicos, forma e textura intrínsecos da ocupação. Neste trabalho, as áreas urbanas de uso residencial/comercial/serviços foram classificadas quanto aos atributos: densidade da ocupação, estágio da ocupação e ordenamento urbano.

Para mais informações consulte a FICHA TÉCNICA

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Pesquisadores do Instituto Geológico participam do VI Simpósio de Vulcanismo e Ambientes Associados


Os pesquisadores do Instituto Geológico (IG) Amélia João Fernandes, Annabel Pérez Aguilar e Francisco de Assis Negri participaram do VI Simpósio de Vulcanismo e Ambientes Associados que ocorreu entre os dias 02 e 05 de agosto de 2015 no Instituto Astronômico e Geofísico da Universidade de São Paulo (USP).

O Evento é uma reunião científica de caráter nacional, promovido pela Sociedade Brasileira de Geologia (SBG) desde 1999 e já passou por cidades como: Gramado (RS), Belém (PA), Cabo Frio (RJ), Foz de Iguaçu (PR) e Goiás Velho (GO).

Dentre as mais diversas sessões temáticas destaca-se seu aspecto plural, contemplando desde trabalhos de cunho mais acadêmico, como também aqueles voltados às áreas de geologia econômica e de petróleo e gás, consideradas estratégicas para o desenvolvimento econômico do país.

O pesquisador Francisco de Assis Negri, que também foi membro da Comissão Organizadora do evento, apresentou junto com a pesquisadora Amélia João Fernandes um trabalho intitulado: “Subhorizontal Fractures as Preferential Pathways for Groundwater flow in Serra Geral Aquifer System (São Paulo, Brazil) Originated Due to High Fluid Pressure in Entablature Basalts”, que pesquisou a importância das fraturas sub-horizontais no controle do fluxo de água subterrânea.

A pesquisadora Annabel Pérez Aguilar apresentou um trabalho intitulado: “Margarite-Corundum Schists and Topaz Schists: Metamorphic Products of Mesoproterozoic Oceanic High-Sulfidation Systems, Serra do Itaberaba Group, SP”, que pesquisou a gênese de minerais em atividade magmática-hidrotermal oceânica e os processos metamórficos posteriores, e relacionou-os como indicadores de reservas minerais.

Além de pesquisadores e professores universitários, o evento contou com a participação de alunos de graduação e de pós-graduação das escolas de geologia, geofísica e áreas afins de todo o Brasil.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Diretor Geral do Instituto Geológico apresenta um panorama da Serra do Mar e o enfrentamento dos recorrentes eventos extremos em reunião do CONSEMA

Ricardo Vedovello durante a sua apresentação

Durante a 332ª reunião do Conselho Estadual de Meio Ambiente (Consema), realizada no dia 21 de julho de 2015, Ricardo Vedovello, Diretor Geral do Instituto Geológico (IG), apresentou o panorama da Serra do Mar e como enfrentar os recorrentes eventos extremos que causam sérios prejuízos ao meio ambiente. Um dos eixos temáticos em geociências em que o IG mais atua é a prevenção de desastres naturais, para isso, trabalha em uma estratégia integrada de prevenção e de resposta a desastres ambientais, realizando também mapeamento e monitoramento de áreas de risco.

O Diretor explicou rapidamente o funcionamento dos Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDCs), da Subcomissão Especial para Restauração da Serra do Mar (CERSM) e do Programa Estadual de Prevenção de Desastres Naturais e Redução de Riscos Geológicos (PDN). Também destacou a necessidade de equilibrar a capacidade do Estado de trabalhar com desastres naturais e garantir desenvolvimento sustentável das áreas de preservação, por meio de um trabalho de integração com outros órgãos e secretarias estaduais, ressaltando o Programa de Recuperação Socioambiental da Serra do Mar, como um bom exemplo de integração de políticas setoriais.

Durante a reunião a secretária Patrícia Iglecias apresentou o Panorama da Agenda Paulista de Mudanças Climáticas, que será levada à COP 21, a grande conferência internacional que será realizada no fim do ano em Paris, cuja agenda é chegar a um acordo global sobre mudanças do clima, para entrar em vigor em 2020.

terça-feira, 21 de julho de 2015

Pesquisador do Instituto Geológico participa do 33º Congresso Brasileiro de Espeleologia em Eldorado

 Caverna do Diabo Foto: William Sallun
Curso Teórico Foto: Jacqueline Cavalcanti
Curso Prático Foto: Jacqueline Cavalcanti

O Pesquisador do Instituto Geológico Dr. William Sallun Filho participou do 33º Congresso Brasileiro de Espeleologia, em Eldorado, no Vale do Ribeira. O evento ocorreu no período de 15 a 19 de julho de 2015 e foi organizado pela Sociedade Brasileira de Espeleologia (SBE) em comemoração aos 50 anos de pesquisas espeleológicas, que em 1965 realizou o primeiro encontro científico na região.

Além de vários especialistas de órgãos vinculados à Secretaria do Meio Ambiente do Estado, participam ainda do evento: estudantes, representantes do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Cavernas, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICmBio), e Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), associações como: ACTIBA – Associación de Cuervas Turísticas Iberoamericanas, ACTE – Associación de Cuervas Turísticas Españolas estiveram presente além de empresas de mineração.

Os debates tratam de questões como a relação da mineração com a espeleologia, a conservação do patrimônio representado pelas cavernas e a gestão do turismo em áreas cársticas, que se caracterizam pela presença de cavidades em rochas carbonáticas, com cursos-d’água percorrendo fendas, condutos e cavernas.

O pesquisador representou a Secretária do Meio Ambiente, Patrícia Iglecias durante a abertura do congresso, e ministrou um curso sobre: “Introdução a Geologia do Carste”, com aula prática na Caverna do Diabo, que é famosa pela impressionante beleza de suas formações e pela grande dimensão de seus salões internos.

O pesquisador ainda foi coautor de 2 trabalhos científicos:

LENHARE, B.D.; SALLUN FILHO, W. Diferenças espeleométricas entre as cavernas do Planalto de Guapiara e Serra de Paranapiacaba, na região do Parque Estadual Intervales (PEI), estado de São Paulo.

CONSENTINO, B.C.; SALLUN FILHO, W.; LENHARE, B.D. Geoespeleologia da Gruta dos Rodrigues, Iporanga (SP).

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Secretaria do Meio Ambiente reestrutura o Conselho Estadual de Monumentos Geológicos

 11ª reunião do CoMGeo-SP
11ª reunião do CoMGeo-SP

Em reunião realizada no dia 24 de junho de 2015, o diretor geral do Instituto Geológico (IG) Dr. Ricardo Vedovello, anunciou a composição do novo Conselho Estadual de Monumentos Geológicos (CoMGeo-SP). O Conselho, que terá mandato de dois anos, é composto por 13 profissionais ligados à temática da Geodiversidade. O CoMGeo-SP, de caráter consultivo, tem como principal objetivo apoiar os trabalhos voltados à gestão do Patrimônio Natural Geológico, representado pelos Geossítios e Monumentos Geológicos existentes no território paulista.

A secretária de Meio Ambiente, Dra. Patrícia Iglecias, assinou a nova Resolução SMA nº 46 de 24 de junho de 2015, que reestrutura o Conselho, para o biênio 2015-2017, deu as boas-vindas aos especialistas e, na oportunidade, apresentou as 5 diretrizes do “Sistema Ambiental Paulista – (SMA 2015-2018). Ela afirmou que os rumos propostos foram discutidos arduamente, no início do ano, visando atender as demandas ambientais mais urgentes do Estado de São Paulo.

A 11ª reunião do CoMGeo-SP, realizada na sede da SMA, contou ainda com o lançamento do site do Núcleo de Monumentos Geológicos (IG/SMA), desenvolvido pelo pesquisador científico Dr. Renato Tavares. O site, segundo ele, segue o padrão do Sistema Ambiental Paulista e é de fácil navegação. Na página: http://monumentosgeologicos.mugeo.sp.gov.br é possível encontrar maiores informações sobre esse importante patrimônio paulista.

Na sequencia, a Prof. Dra. Sueli Ângelo Furlan apresentou aos novos conselheiros o “Sistema de Informação e Gestão de Áreas Protegidas e de Interesse Ambiental do Estado de São Paulo” (SiGAP), no qual o conceito de Monumento Geológico é incluído como nova categoria de área protegida.

Ao término do encontro, o secretário executivo Rogério Rodrigues Ribeiro discutiu o “Plano de Trabalho do CoMGeo-SP”, as diretrizes e agenda de trabalho para este biênio.