quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Operação Verão 2016-2017 inicia com homenagem a pesquisador do Instituto Geológico

 Cláudio José Ferreira
Homenageados

A Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC) realizou nesta quarta-feira, 30 de novembro, nas dependências do Centro Integrado de Comando e Controle reunião preparatória para o início da Operação Verão 2016/2017. Participaram os Coordenadores Regionais de Defesa Civil, e representantes do Instituto Geológico (IG), do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), da SOMAR Meteorologia e do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN).

Durante a reunião o Secretário-chefe da Casa Militar e coordenador estadual da Defesa Civil, Coronel PM José Roberto Rodrigues de Oliveira entregou o Diploma “Omnium horarum homo” (Homem de Todas as Horas), em reconhecimento e homenagem aqueles que atuaram com espírito de solidariedade em favor do Sistema de Defesa Civil do Estado. Dentre os homenageados estava o pesquisador científico Cláudio José Ferreira do IG.

Sobre a Operação Verão

A Operação Verão 2016/2017 vigora entre os dias 1º de dezembro de 2016 e 31 de março de 2017. O principal objetivo desta ação é preservar vidas e reduzir danos materiais no período de chuvas, minimizando, assim, os prejuízos causados por deslizamentos, inundações/enchentes e alagamentos. O IG disponibiliza equipes técnicas em regime de plantão de 24 horas durante este período que realizam vistorias técnicas de emergência, quando acionadas pela CEDEC, para avaliar a necessidade ou não da remoção preventiva das pessoas que moram em áreas de risco de escorregamentos de encostas.

Na Operação Verão, são deflagrados os Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDCs), facilitando a atuação preventiva frente às situações de risco. Para tanto, a CEDEC promove a articulação entre as secretarias integrantes do Sistema Estadual de Defesa Civil, os órgãos que prestam atendimento emergencial (Polícia Militar, Corpo de Bombeiros), equipes municipais de defesa civil e a própria comunidade.

O PPDC conta com nove planos preventivos que abrangem 175 municípios, considerados os mais vulneráveis do Estado, com vistas a escorregamentos e inundações. Para escorregamentos são 7 planos nas regiões: Serra do Mar, ABC, Região Metropolitana de São Paulo, Vale do Paraíba e Serra da Mantiqueira, Campinas, Sorocaba e aglomeração urbana de Jundiaí. Para inundações são 2 planos nas regiões: Vale do Ribeira e Região Metropolitana de São Paulo. Além dos municípios abrangidos pelo PPDC, a Defesa Civil Estadual monitora e atende os demais municípios do Estado.

Os PPDCs de escorregamento estão estruturados em quatro níveis (observação, atenção, alerta e alerta máximo), indicando, progressivamente, a possibilidade de ocorrências de escorregamento. Para cada um deles, são previstos procedimentos operacionais preventivos, baseados na análise integrada de três pontos fundamentais que são o acumulado de chuvas dos últimos três dias (72 horas), que possibilita a estimativa de que escorregamentos podem começar a acontecer na região; a previsão meteorológica para os próximos dias e as vistorias de campo nas áreas de risco previamente cadastradas.

Veja mais informações sobre o PPDC no site da Defesa Civil Estadual: http://www.defesacivil.sp.gov.br/

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Técnicos discutem mitigação e gestão de risco de desastres durante o VIII Seminário Estratégias para Redução de Riscos e Desastres

 Cel. PM José Roberto Rodrigues de Oliveira, Ricardo Salles e Luciana Martin Rodrigues Ferreira
Público presente 

Nos dias 22 e 23 de dezembro de 2016 foi realizada a oitava edição do Seminário Estratégias para Redução de Riscos e Desastres a Eventos Geodinâmicos do Estado de São Paulo.

Organizado pela Secretaria do Meio Ambiente e pela Secretaria da Casa Militar, por meio do Instituto Geológico e Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, o evento ocorre anualmente desde 2009 e tem sido um fórum significativo na avaliação de estratégias e ações de redução de risco e desastres em níveis local, estadual e regional, divulgação das atividades do Programa do Estado de São Paulo de Prevenção de Desastres Naturais e de Redução de Riscos Geológicos (PDN), e abordando temas de avaliação e mapeamento de risco, estratégias para evitar, reduzir, mitigar e erradicar o risco, monitoramento e sistemas de informações e formas de capacitação e disseminação de agenda propositiva de gestão de risco de desastres.

Participaram da cerimônia de abertura o secretário estadual do Meio Ambiente, Ricardo Salles, o secretário-chefe da Casa Militar e coordenador estadual da Defesa Civil, Coronel PM José Roberto Rodrigues de Oliveira e a Diretora Geral do Instituto Geológico, Luciana Martin Rodrigues Ferreira.

Durante a cerimônia foi assinado um aditivo do Acordo de Cooperação Técnica entre a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC/SP) e o Instituto Geológico (IG), visando à prestação de apoio técnico, assessoria e atendimento emergencial em situações de riscos geológico-geotécnicos em áreas abrangidas por planos preventivos de contingência de defesa civil.


Dividido em painéis temáticos, as apresentações do primeiro dia enfatizaram as relações da gestão de risco de desastres com o planejamento territorial e o papel da iniciativa privada em ações preventivas para redução de riscos. Ao final do dia discutiu-se o papel da educação na construção da percepção de risco. No segundo dia debateu-se sobre os desafios técnicos de gerenciamento do Plano de Contingência do Polo Industrial de Cubatão e a implantação de plano preventivo para ressacas e marés altas. Ao final abordou-se ações para mitigação e ferramentas de classificação para gestão de risco de desastres.

As apresentações estão disponíveis AQUI


Dia 22/11/2016

Painel 1 “Diretrizes para a gestão de risco de desastres no Estado de São Paulo e o papel da iniciativa privada”. 

- A gestão de riscos no Estado de São Paulo. Coronel PM José Roberto Rodrigues de Oliveira, Secretário Chefe da Casa Militar e Coordenador Estadual de Defesa Civil do Estado de São Paulo. 

- O papel do setor privado na redução de riscos e estudo de caso: Cidades Inteligentes. Fernando Perez de Britto, AI Systems Research (AISR), membro do Conselho Assessor da Aliança do Setor Privado para Sociedades Resilientes a Desastres (ARISE). 

- A gestão de risco de desastres do Estado do Rio de Janeiro. Aline Freitas, Diretora de Geologia do Departamento de Recursos Minerais (DRM), Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro. 

Painel 2 “Gestão de risco de desastres e instrumentos de gestão territorial”. 

- A proposta de Zoneamento Ecológico-Econômico do Estado de São Paulo e a prevenção de riscos e desastres. Eduardo Trani - Coordenador da Coordenadoria de Planejamento Ambiental, Secretaria Estadual do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. 

- O Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado da Região Metropolitana de São Paulo e a prevenção de riscos e desastres. Zoraide Miranda - Assessora Técnica da Diretoria de Projetos, Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano – EMPLASA. 

- Cartas geotécnicas de aptidão à urbanização: instrumentos de planejamento para prevenção de desastres naturais. Katia Canil, Professora Adjunta da Universidade Federal do ABC. 

Painel 3 “Educação e percepção de risco”

- O mapeamento comunitário contribuindo para o desenvolvimento da resiliência local. Tenente PM Cíntia Pereira Torres Oliveira, Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Estado de São Paulo & Sidnei Furtado Fernandes, Coordenador Regional de Defesa Civil de Campinas, Promotor da Campanha Cidades Resilientes no Brasil. 

- Redução de risco e desastres na comunidade escolar. Ana Carolina Lafemina, Coordenadora da Escola Virtual de Programas Educacionais do Estado de São Paulo, da Secretaria Estadual de Educação.


Dia 23/11/2016 

Painel 4 “Desafios de implantação do Plano de Contingência do Polo Industrial de Cubatão e do Plano Preventivo para Ressacas e Marés-Altas”. 

- Processos de Movimento de Massa e o Plano de Contingência do Polo Industrial de Cubatão. Claudio Luiz Ridente Gomes. Pesquisador do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo- IPT. 

- O sistema de proteção estrutural do Polo Industrial de Cubatão. Fabricio Gonçalves Jorge. Engenheiro de Meio Ambiente, Refinaria Presidente Bernardes, Petrobras. 

- Manutenção do sistema rodoviário Anchieta - Imigrantes, frente aos fenômenos de risco. Ribamar de Jesus Gomes. Engenheiro, Ecovias. 

- A construção do Plano Preventivo de Defesa Civil para Ressacas e Marés-Alta da Zona Costeira do Estado de São Paulo. Ten. Cel. PM Walter Nyakas Júnior, Diretor da Diretoria de Defesa Civil, do Estado de São Paulo. 

Painel 5 “As Geociências e a Gestão de Risco de Desastres”. 

- Mitigação de corridas de massa: identificação e avaliação. Marcelo Gramani, Pesquisador do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo- IPT. 

- Ações do Comitê de Bacia Hidrográfica do Ribeira do Iguape - CBH-RB na gestão de risco de desastres. Fábio Rodrigo de Oliveira, coordenador do grupo SIG-RB. 

- Ações da CPRM na gestão de risco de desastres. Andrea Fregolente Lazaretti, Pesquisadora em Geociências, Departamento de Gestão Territorial, Serviço Geológico do Brasil - CPRM. 

- Gestão de riscos de desastres devido a fenômenos geodinâmicos no Estado de São Paulo: cenário 2000-2015. Maria José Brollo, Pesquisadora Científica, Instituto Geológico (IG-SMA). 

- O sistema de classificação de unidades territoriais do Estado de São Paulo e aplicação na análise de perigo, vulnerabilidade e risco. Cláudio José Ferreira, Pesquisador Científico, Instituto Geológico (IG-SMA).

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

18 de novembro, Dia do(a) Pesquisador(a) Científico(a)



A data foi escolhida para celebrar a aprovação da lei complementar nº 125, de 1975, que criou a carreira de pesquisador científico no estado de São Paulo.

As pesquisas científicas desenvolvidas pelo Instituto Geológico (IG) visam contribuir para o desenvolvimento da ciência e tecnologia na área de geociências; o aperfeiçoamento da legislação ambiental; a definição das políticas de ciência e tecnologia em geociências, nos âmbito estadual e federal. São, portanto, desenvolvidas considerando sua aplicabilidade para o desenvolvimento sócio-econômico e ambiental da sociedade e em prol da comunidade.

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Instituto Geológico promove VIII Seminário para redução de riscos e desastres




Nos dias 22 e 23 de novembro de 2016, o Instituto Geológico (IG), órgão da Secretaria do Meio Ambiente (SMA), promoverá o VIII Seminário Estratégias para Redução de Riscos e Desastres a Eventos Geodinâmicos no Estado de São Paulo. O evento será realizado no auditório Augusto Ruschi, na sede da SMA, a partir das 8h30.

O evento tem como objetivo avaliar estratégias e ações de redução de risco e desastres desenvolvidas em 2016. Serão enfatizadas relações da gestão de risco de desastres com o planejamento territorial e ações preventivas para redução de riscos. Visando fortalecer a cooperação para o pacto federativo será apresentado um balanço e exemplos das ações dos serviços geológicos dos Estados do Paraná e Rio de Janeiro de da União, além do Estado de São Paulo. O temário abordará ainda discussão técnica sobre os desafios de gerenciamento do Plano de Contingência do Polo Industrial de Cubatão e a implantação de plano preventivo para ressacas e marés-altas.

O seminário é aberto à toda comunidade interessada no tema com foco em servidores públicos municipais e estaduais da área de gestão de risco e desastres, comunidade acadêmica, sociedade civil organizada e setor empresarial. O perfil esperado dos participantes é o de gestores e executores de políticas de redução de risco, quer sejam públicas, do setor produtivo ou da sociedade civil organizada e acadêmicos envolvidos na melhoria da gestão de risco de desastres.

Para ver a programação preliminar CLIQUE AQUI

VAGAS LIMITADAS!

INSCRIÇÕES ENCERRADAS

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Cartilha do Instituto Geológico ensina como se prevenir da Erosão Continental


A cartilha "Você Sabe o que é Erosão Continental?" da Coleção Geonatural é mais uma contribuição do Instituto Geológico (IG) para ampliar, de forma lúdica, o entendimento sobre erosão continental, os fatores que a condicionam, suas formas e processos, informa sobre suas consequências e formas de prevenção.sendo voltada ao público infantil, que poderá ter maior percepção sobre este problema, tornando-se mais um agente envolvido na prevenção de desastres e acidentes e na preservação e conservação do meio em que vive.

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segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Cartilha do Instituto Geológico ensina como se prevenir durante uma tempestade com raios


A cartilha “Você Sabe o que é Relâmpago?” da Coleção Geonatural é mais uma contribuição do Instituto Geológico (IG) para ampliar e disseminar, de forma lúdica, o conhecimento sobre os fenômenos naturais. Abordando os relâmpagos, a publicação é voltada ao público infantojuvenil e visa a ampliação da percepção de crianças e jovens sobre o perigo associado a esse fenômeno, tornando-os agentes envolvidos na prevenção de desastres e acidentes e na minimização dos riscos decorrente dos relâmpagos.

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sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Cartilha do Instituto Geológico ensina como se prevenir de deslizamentos


A cartilha "Você Sabe o que é Deslizamento?" da Coleção Geonatural é mais uma contribuição do Instituto Geológico (IG) para ampliar, de forma lúdica, o entendimento sobre os deslizamentos, sendo voltada ao público infantil, que poderá ter maior percepção sobre este problema, tornando-se mais um agente envolvido na prevenção de desastres e acidentes e na preservação e conservação do meio em que vive.

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sexta-feira, 14 de outubro de 2016

14/10/16 14:27 “GESTÃO DE RISCOS DE DESASTRES DEVIDO A FENÔMENOS GEODINÂMICOS NO ESTADO DE SÃO PAULO: CENÁRIO 2000-2015” Boletim do Instituto Geológico nº 67 já está disponível para download

Capa do Boletim do IG n.º 67

Esta publicação apresenta os Indicadores de Riscos de Desastres devido a fenômenos geodinâmicos que representam importantes parâmetros de medição da situação desses riscos no Estado de São Paulo e sobre as formas e instrumentos de enfrentamento. Desde 2009 o Instituto Geológico iniciou o trabalho de coleta de dados e de informações sobre o tema, o qual vem sendo desenvolvido e aperfeiçoado, permitindo a construção de cenários.

Os levantamentos e análises realizadas têm subsidiado políticas públicas de gestão de riscos do Estado, em especial o Programa Estadual de Prevenção de Desastres Naturais e de Redução de Riscos Geológicos – PDN (Decreto Estadual Nº 57.512, DE 11/11/2011), que se serviu destes estudos para a elaboração do “Plano de Trabalho de curto e médio prazo (2012-2020)”, traçando diretrizes a serem seguidas pelos órgãos executivos estaduais. Os indicadores têm contribuído também para diversas políticas públicas junto à Secretaria de Estado de Meio Ambiente, inclusive compondo o Relatório de Qualidade Ambiental, publicado anualmente, e que atende às obrigações de comunicação estadual previstas na Política Estadual de Mudanças Climáticas – PEMC.

A avaliação sistemática de indicadores e de cenários de risco é uma atividade essencial para subsidiar ações voltadas para diminuir a vulnerabilidade ambiental e aumentar a resiliência do Estado de São Paulo frente a fenômenos geodinâmicos, em particular considerando-se a questão das mudanças climáticas. Dessa forma, espera-se estar contribuindo para que os agentes públicos, a população e a sociedade como um todo, possam conhecer, acessar e incorporar as informações técnicas em seu cotidiano, de maneira a se conseguir que o uso dos recursos naturais e a ocupação dos espaços territoriais ocorram com maior segurança e de forma ambientalmente sustentável.

A publicação completa, em versão pdf, pode ser acessada para download CLICANDO AQUI

Fonte: www.igeologico.sp.gov.br

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Instituto Geológico e Coordenadoria Estadual de Defesa Civil Iniciam etapa de cursos preparatórios para a Operação Verão 2016/2017 nos municípios que operam o Plano Preventivo de Defesa Civil

 Geólogo Dr. Jair Santoro
Geólogo Dr. Jair Santoro

A Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC) iniciou as oficinas preparatórias para as atividades voltadas para a Operação Verão 2016/2017. Participam das oficinas além da CEDEC, o Instituto Geológico (IG) e a empresa SOMAR meteorologia.

As oficinas preparatórias ocorrem nos meses de outubro e novembro e visam o treinamento dos municípios que operam os Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC). O PPDC tem como objetivo o monitoramento das áreas de risco a escorregamentos e visam a remoção preventiva dos moradores que ocupam estas áreas.

A primeira região do Estado a receber a oficina foi a REDEC Registro (I-1), que contempla 14 municípios, em Cajati nos dias 04 e 05 de outubro o Geólogo Dr. Jair Santoro ministrou sobre aspectos dos riscos geológicos e noções sobre procedimentos e reconhecimento de situações potencialmente perigosas aos escorregamentos de encostas e ações preventivas e capacitou os mais de 50 participantes a usar e preencher a ficha de vistoria de campo.

Atualmente são monitorados, por meio do PPDC, 175 municípios em várias regionais do Estado, que são: Registro (14 municípios); São José dos Campos e Litoral Norte (39 municípios); Itapeva (32 municípios); Campinas (90 municípios); Baixada Santista (9 municípios); Sorocaba (47 municípios) e Região Metropolitana de São Paulo (39 municípios).

Este é o 28º ano de operação do PPDC e a Operação Verão 2016/2017 tem o seu início em 1º de dezembro de 2016 e vigência até 31 de março de 2017, podendo ou não ser prorrogado.

O Plano está estruturado em níveis operacionais - OBSERVAÇÃO, ATENÇÃO, ALERTA e ALERTA MÁXIMO - e para cada nível operacional existem as ações correspondentes. Está baseado em um tripé técnico, que inclui:
  • o acompanhamento das chuvas de cada município, com a leitura diária do acumulado de chuvas de 24 horas, e o cálculo do acumulado de chuvas de 3 dias;
  • o acompanhamento das previsões meteorológicas;
  • a realização de vistorias de campo. 

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Pesquisadora Científica do Instituto Geológico Dra. Annabel Pérez Aguilar falece em São Paulo

Homenagem feita pelos funcionários do IG


Annabel Pérez-Aguilar, pesquisadora do Núcleo de Geologia Geral do Instituto Geológico (IG-SMA), faleceu em 04 de outubro em São Paulo-SP.

Nascida em Medelin, Colômbia, mudou-se para o Brasil para se aperfeiçoar em música. No final da década de 1980 tocou violino na Orquestra Jovem Municipal de São Paulo, regida por Jamil Maluf.

Annabel graduou-se em Geologia em 1991, pela Universidade de São Paulo, onde também cursou a pós-graduação, obtendo título de Mestre em Mineralogia e Petrologia, em 1995, e de Doutora em Geociências (Mineralogia e Petrologia), em 2001.

De 2002 a 2003 trabalhou como Professora Auxiliar de Ensino junto ao Departamento de Mineralogia e Geotectônica do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, ministrando as disciplinas de Geologia Geral – Sistema Terra, Petrologia Metamórfica e Elementos de Mineralogia e Geologia.

Em 2004 ingressou como pesquisadora cientifica no Instituto Geológico da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. Desenvolveu diversos projetos de pesquisa sobre a geologia, petrologia e gênese de rochas de paleossistemas hidrotermais e suas implicações para metalogênese de metais preciosos e de base. Participou de projetos de mapeamentos geológicos de várias áreas do Estado de São Paulo, tais como Atibaia, Jaraguá, Guarulhos, entre outras.

De 2009 até a atualidade estava desenvolvendo o projeto “Implantação do Geoparque Ciclo do Ouro, em Guarulhos-SP”, criado pelo Decreto Municipal nº 25974 de 16/12/2008. O projeto visa resgatar, recuperar, divulgar e preservar registros de grande valor arqueológico, mineiro, geológico, histórico e cultural no âmbito do Geoparque Ciclo do Ouro de Guarulhos. Nesta mesma temática, também participou da “Criação do Monumento Natural Pavimento Estriado Guaraú, na região de Salto, SP”, em 2008, e nas discussões subsequentes sobre a preservação dos afloramentos rochosos com os registros de estrias ocasionadas por geleiras em período glacial.

Foi representante do IG junto ao CNPq na coordenação e implementação de bolsas de estudo do Programa de Iniciação Científica do IG (PIBIC-CNPq) no período de 2013 a 2016.

Gostava muito de lecionar, proferir palestras e de ensinar a qualquer pessoa que lhe perguntasse sobre as Ciências da Terra. Orientou e co-orientou diversos alunos de graduação, estagiários e bolsistas de iniciação científica, além de pós-graduação.

Entusiasmada, prestativa e dotada de grande curiosidade científica, fazia tudo com muita dedicação e profundidade. Sempre alegre, nos brindava com suas gargalhadas em diversos momentos.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Instituto Geológico comemora 41 anos de criação

Logo do Instituto Geológico

Há 41 anos por meio do Decreto Estadual n.º 6.822 de 26 de setembro de 1975 determinou que o Instituto Geográfico e Geológico (IGG) passa-se a denominar-se Instituto Geológico (IG). Há 29 anos por meio do Decreto Estadual n.º 26.942 de 01 de abril de 1987 determinou a transferência do IG da Secretaria de Agricultura e Abastecimento para a recém criada Secretaria do Meio Ambiente.

Originário da antiga “Comissão Geográfica e Geológica da Província de São Paulo – CGG”, que foi criada em 1886 com o objetivo de planejar e executar estudos e pesquisas para subsidiar a ocupação do território paulista, o IG representa o esforço mais antigo da pesquisa científica no Estado de São Paulo.

Atualmente o Instituto caracteriza-se como um centro de referência em Geociências na resposta aos desafios da sociedade e tem como missão institucional contemplar a geração de conhecimento sobre o meio físico, por meio do desenvolvimento de estudos e pesquisas, disseminação e aplicação dos resultados, e prestação de serviços à comunidade, para dar suporte à gestão ambiental, ao desenvolvimento sustentável, à implementação de políticas públicas e à definição de políticas de Ciência e Tecnologia e de Inovação Tecnológica. O IG é uma das instituições do país que possui espectro mais abrangente de atuação em Geociências, com aplicação ampla e diversificada para diferentes finalidades.

O IG realiza estudos e pesquisas em geociências para fornecer subsídios técnicos e científicos ao poder público e à sociedade, visando: ao uso racional, à conservação e à proteção dos recursos naturais, inclusive os não renováveis; ao ordenamento territorial e à mitigação de problemas ambientais; à formulação e à implementação de políticas públicas voltadas ao meio ambiente e ao desenvolvimento sustentável. As pesquisas científicas desenvolvidas visam contribuir para o desenvolvimento da ciência e tecnologia na área de geociências; o aperfeiçoamento da legislação ambiental; a definição das políticas de ciência e tecnologia em geociências, no âmbito estadual e federal. São, portanto, desenvolvidas considerando sua aplicabilidade para o desenvolvimento sócio-econômico e ambiental do Estado de São Paulo e em prol da sociedade.

Áreas de Atuação do IG
Geologia Geral
Geotecnia
Geologia Ambiental
Hidrogeologia
Recursos Minerais
Paleontologia
Geomorfologia
Climatologia
Dinâmica de Uso e Ocupação do Solo
Geoinformação
Museu Geológico
Monumentos Geológicos
Acervo Histórico

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

MUGEO participa da 3ª edição da Mostra de Museus do Estado de São Paulo

MUGEO

No dia 17 de setembro (sábado), das 10h00 às 18h00, o Governo do Estado de São Paulo realiza a terceira edição da Mostra de Museus. O evento reunirá mais de 50 atividades dos 19 museus da Secretaria da Cultura no Parque da Água Branca (Av. Francisco Matarazzo, 455 – Barra Funda) e apresentará um pouco do que cada local oferece, a fim de aproximar os visitantes das instituições da capital, interior e litoral. A programação completa está disponível no site http://www.cultura.sp.gov.br/mostrademuseus/index.html.

Durante a mostra, o público poderá conhecer a diversidade do patrimônio cultural dos 19 museus da Secretaria da Cultura. Além das atividades que ocorrerão nos estandes de cada instituição, os visitantes encontrarão uma intensa programação para todas as idades distribuídas pelo parque: contação de histórias, degustação de café, oficina de grafite, envio de cartões postais e muito mais. Às 17h, o evento termina com show da banda Folk na Kombi, no palco.

Participam da mostra os seguintes museus da capital paulista: Casa das Rosas, Casa Guilherme de Almeida, Catavento, Memorial da Resistência, Museu Afro Brasil, Museu da Casa Brasileira, MIS-SP (Museu da Imagem e do Som), Museu da Imigração, Museu da Língua Portuguesa, Museu do Futebol, Museu de Arte Sacra de São Paulo, Estação Pinacoteca, Pinacoteca de São Paulo, Paço das Artes e Museu da Diversidade Sexual. O Museu Geológico Valdemar Lefèvre (MUGEO), que fica dentro do Parque da Água Branca, também participará este ano, com visita mediada das 10h00 às 17h00.

Representantes do interior e litoral também marcam presença: Museu do Café (Santos), Museu Índia Vanuíre (Tupã), Museu Felícia Leirner (Campos do Jordão) e Museu Casa de Portinari (Brodowski) irão apresentar uma amostra de suas atividades para a capital paulista.

Passaporte
Além de vivenciar em um único dia as histórias, culturas e a diversidade temática de todas as instituições participantes, os visitantes receberão um exemplar do “Passaporte dos Museus”, que dá direito a uma entrada gratuita em cada um dos museus do Governo do Estado de São Paulo por tempo indeterminado.

Programação especial
Entre os destaques da programação estão as oficinas que devem aproximar o público do universo tratado por cada museu. O Museu da Diversidade Sexual, por exemplo, apresentará a atividade “Construindo a diversidade sexual” a partir das 10h00; Já o Museu de Arte Sacra de São Paulo realiza a “Oficina de tijolos adobe”, técnica secular de construção, das 11h00 às 12h00. A oficina de confecção de peteca, do Museu Índia Vanuíre, será realizada das 10h00 às 13h00; “O MIS-SP e a fotografia”, com sessões das 11h30 às 16h30, mostrará parte do acervo da instituição; Sucesso no museu, a oficina de construção de miniterrário do Catavento será realizada das 13h00 às 14h00; Quem quiser aprender a fazer um bom café, poderá participar da “Dica do Barista”, do Museu do Café, das 13h00 às 14h00.

A produção do evento é realizada pela Organização Social A Casa – Museu de Artes e Artefatos. O evento tem o apoio da Secretaria do Meio Ambiente do Estado, mantenedora do Parque da Água Branca.

SERVIÇO:
3ª Mostra de Museus do Governo do Estado
Local: Parque da Água Branca
Data: 17 de setembro (Sábado)
Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 455 – Barra Funda, São Paulo – SP
Horário: das 10h00 às 18h00
Entrada: Gratuita

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Instituto Geológico participa do I Seminário Estadual de Educação e Redução de Risco e Desastres

 
Eduardo Macedo – IPT, Tenente-Coronel PM Walter Nyakas Jr. - CEDEC e Pedro Carignato Basílio Leal - IG
Profa. Debora Olivato, os bolsistas Murilo, Monique, Mauricio e Pedro Carignato Basílio Leal 


No dia 25/08/2016 foi realizado, no Palácio dos Bandeirantes, o I Seminário Estadual de Educação e Redução de Risco e Desastres. O evento, que reuniu pesquisadores, técnicos e demais profissionais ligados às áreas de educação e de gestão de riscos e desastres naturais, foi organizado em conjunto pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC) e a Secretaria de Estado da Educação (SEE). Neste seminário estiveram presentes o Secretário-Chefe da Casa Militar e Coordenador Estadual de Defesa Civil (CEDEC/SP), Coronel PM José Roberto Rodrigues de Oliveira, o Secretário de Estado da Educação, Renato Nalini e o Diretor do Instituto Geológico (IG), Ricardo Vedovello, dentre outras autoridades.

A proposta do seminário foi a iniciar uma discussão sobre como os professores da rede pública estadual, por meio das práticas pedagógicas/curriculares existentes, podem promover uma nova cultura de prevenção e de enfrentamento dos desastres naturais, junto à comunidade escolar, de forma a desenvolver sua autonomia e maior resiliência a estes processos.

Os principais meios de orientação que foram discutidos e apresentados no seminário para a discussão do tema, foram a necessidade de um trabalho maior nas escolas com palestras, cursos e oficinas, proferidas por profissionais ligados à área que iriam transmitir este conhecimento aos professores, para que estes posteriormente trabalhem com os alunos dentro dos conteúdos curriculares.

Dentro deste proposito, O IG apresentou suas principais ações desenvolvidas nessa temática, como a realização de cursos de percepção de perigos e riscos geológicos direcionados aos profissionais da educação (Diretores, Coordenadores Pedagógicos, Professores e Funcionários), bem como o projeto desenvolvido pelo Geografo Pedro Carignato Basílio Leal (Assistente Técnico de Pesquisa – IG), junto aos alunos de escolas da rede pública paulista no litoral do estado, no qual desenvolve a percepção dos riscos dos estudantes e o seu potencial de contribuição para a resiliência de sua comunidade. Esse projeto foi premiado pela CEDEC com o seguinte tema: “Uso do SIG no Estudo de escolas seguras na prevenção de perigo de escorregamento de terra no município de Ubatuba (SP)”, desenvolvido pelo estudante Maurício Santos de Jesus, bolsista de Iniciação Científica (CNPq/PIBIC) no IG.

O seminário contou ainda com o apoio da USAID/OFDA (Office of U.S. Foreing Disaster Assistence).

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Secretário do Meio Ambiente visita o Instituto Geológico

Sede do Instituto Geológico (IG)


No dia 16 de agosto de 2016 o novo Secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo (SMA), Dr. Ricardo Salles, juntamente com a equipe do seu Gabinete, visitaram a sede do Instituto Geológico (IG), situado na Rua Joaquim Távora, 822 na Vila Mariana, em São Paulo.

O Diretor Geral do IG, Dr. Ricardo Vedovello, fez uma breve apresentação sobre as áreas de atuação do Instituto, que tem como missão principal a realização de pesquisas científicas em geociências e meio ambiente para implementação de políticas públicas no Estado de São Paulo.

Na ocasião o novo secretário foi apresentado aos funcionários e percorreu as dependências da instituição para verificar o andamento das reformas na sede.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Mapa Paraíba do Sul: Potencialidade de Areia – Fase II disponível para download

 
Capa da publicação
Mapa da publicação

Os núcleos de Recursos Minerais e de Geologia Geral, do Centro de Geologia e Meio Ambiente do Instituto Geológico (IG), apresentam os resultados obtidos com o projeto de pesquisa Paraíba do Sul: Potencialidade de Areia – Trecho Roseira–Queluz (Fase II).

Ele representa a continuidade do Projeto Paraíba do Sul: Potencialidade de Areia – Trecho Jacareí–Pindamonhangaba (Fase I), executado pelo IG no ano de 1997.

Os dois projetos responderam demandas da Secretaria do Meio Ambiente, relacionadas à necessidade do estabelecimento de diretrizes para o disciplinamento da atividade extrativa de areia na bacia de drenagem do Rio Paraíba do Sul. O primeiro subsidiou a elaboração do zoneamento ambiental da atividade de extração da areia no trecho Jacareí – Pindamonhangaba, estabelecido pela Resolução SMA 28 de 22/09/1999, enquanto que o atual projeto atendeu uma solicitação direta do Grupo de Trabalho criado pela Resolução SMA 16 de 28/04/2011, para o estabelecimento da potencialidade de areia no restante da várzea do rio Paraíba do Sul, no trecho Roseira – Queluz.

O principal objetivo da Fase II foi delimitar a potencialidade de areia na área da planície aluvionar holocênica do Rio Paraíba do Sul, compreendida entre Roseira e Queluz, para fins de planejamento físico-territorial.

A área dos estudos insere-se na Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul, incluindo parte dos municípios de Roseira, Aparecida, Potim, Guaratinguetá, Lorena, Canas, Cachoeira Paulista, Cruzeiro, Lavrinhas e Queluz.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Instituto Geológico realizou o 6º Seminário de Iniciação Científica PIBIC-IG


No dia 07 de junho de 2016 o Instituto Geológico (IG) realizou o “6º Seminário de Iniciação Científica PIBIC-IG” na Sede do IG, sito na Rua Joaquim Távora, 822, São Paulo.

Com uma visão multidisciplinar, o seminário teve uma temática moderna, atraindo profissionais, técnicos, professores, graduandos e o público em geral. No evento foram apresentados trabalhos científicos de atividades de pesquisa em Geociências dos bolsistas de iniciação científica dos Programas de Bolsas de Iniciação Científica do IG (PIBIC ensino médio, e PIBIC ensino superior) que fomentaram debates sobre diversos temas das Geociências e Meio Ambiente.

Houve duas avaliações dos trabalhos apresentados, uma realizada por pesquisadores da instituição, e outra pelo público participante. Na avaliação do público, na modalidade Ensino Médio, ficou em primeiro lugar o trabalho intitulado: “MONITORAMENTO DO RISCO DE ESCORREGAMENTOS NO SERTÃO DO BAIRRO DA ENSEADA – UBATUBA (SP)” do bolsista Marcos Vinícius de Jesus Guimarães; e na modalidade Ensino Superior o trabalho premiado foi: “CONTAMINAÇÃO POR NITRATO E SUA RELAÇÃO COM O CRESCIMENTO URBANO NO SISTEMA AQUÍFERO BAURU, NA ÁREA URBANA DE MARÍLIA (SP)” do bolsista Guilherme Mascalchi de Figueiredo. Na avaliação dos pesquisadores, na modalidade Ensino Médio, ficou em primeiro lugar o trabalho intitulado: “O USO DE SIG NA CARACTERIZAÇÃO DE RISCOS GEODINÂMICOS EM ESCOLAS DO MUNICÍPIO DE UBATUBA, SP” do bolsista Maurício Santos de Jesus; e na modalidade Ensino Superior o trabalho premiado foi: “RELAÇÃO ENTRE O CLIMA URBANO E A INCIDÊNCIA DE DENGUE EM SÃO PAULO/SP E PORTO ALEGRE/RS NO ANO DE 2014” do bolsista Ricardo Brandolt.

Para Baixar os Resumos dos Trabalhos Apresentados: CLIQUE AQUI

O evento foi organizado pelo Comitê Institucional do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica do Instituto Geológico – PIBIC-IG. A Comissão Científica foi constituída pelos membros do Comitê.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Secretaria do Meio Ambiente lança Mapa de Vulnerabilidade das Áreas Urbanas de Uso Residencial/Comercial/Serviços à Eventos Geodinâmicos do Estado de São Paulo no Dia Mundial do Meio Ambiente

 
 Apresentação no Jardim Botânico
Mapa da Cobertura e Uso do Solo 
Mapa de Vulnerabilidade


A comemoração do dia Mundial do Meio Ambiente e dos 30 anos de criação da Secretaria do Meio Ambiente (SMA) realizado em 05/06/2016, no Jardim Botânico de São Paulo contou com o lançamento de importantes produtos técnicos necessários ao planejamento e gestão ambiental do território paulista: o ‘Sistema de Classificação “Unidade Homogênea de Cobertura da Terra, Uso e Padrão da Ocupação Urbana” – UHCT’, e dois produtos derivados, o ‘Mapa de Cobertura da Terra e do Uso do Solo Urbano’; e o ‘Mapa da Vulnerabilidade de Áreas Urbanas de Uso “Residencial/comercial/serviços” a Eventos Geodinâmicos do Estado de São Paulo’.

Este material vem sendo elaborado desde 2011, conforme estratégia da SMA, para a padronização de dados técnicos ambientais necessários ao atendimento de políticas públicas de caráter ambiental e seus instrumentos técnicos associados. Atendem, assim, ao preconizado na PEMC – Política Estadual de Mudanças Climáticas (Lei Estadual nº 13.798/2009), na Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (Lei Federal 12.608/2012), no PDN – Programa Estadual de Prevenção de Desastres Naturais e de Redução de Riscos Geológicos (Decreto Estadual nº 57.512, de 11/11/2011). Seu uso está previsto como um dos planos de informação no desenvolvimento do Zoneamento Ecológico-Econômico do Estado de São Paulo (coordenado pela CPLA-SMA – Coordenadoria de Planejamento Ambienta), do Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado da Região Metropolitana de São Paulo (coordenado pela EMPLASA), na elaboração de mapas de perigos geológicos e riscos de desastres (coordenado pelo IG – Instituto Geológico), dentre outros projetos e programas em andamento no Estado de SP.

A UHCT é um sistema de classificação do uso e cobertura da terra e do padrão da ocupação urbana desenvolvido para o Estado de São Paulo. Essa abordagem, baseada em unidades territoriais homogêneas, permite identificar, para uma determinada área, suas potencialidades e limitações de uso, fornecendo subsídios à diversos estudos e avaliações ambientais assim como análises de vulnerabilidades e riscos geodinâmicos, informações fundamentais para a gestão dos recursos hídricos e do meio ambiente. Dispõe, para uso comum, uma base de informações única, padronizada e atual que permite comparações e análises diversas em nível regional e urbano em todo território paulista. Por meio de operações de consulta à base de dados é possível obter, de forma direta, os limites, as características e a distribuição geográfica dos diferentes tipos de uso do solo e padrões de ocupação homogêneos, além de outros produtos derivados.

Estes produtos resultam de uma parceria técnica entre o IG – Instituto Geológico e a CPLA – Coordenadoria Estadual de Planejamento Ambiental, da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, com apoio técnico da FUNCATE – Fundação de Ciência, Aplicações e Tecnologia Espaciais , realizado através de contratação de serviços, financiados pelo FEHIDRO – Fundo Estadual de Recursos Hídricos , por meio do projeto “Delimitação de sub-bacias, estruturação de base de dados do meio físico e delimitação de unidades homogêneas do uso e ocupação do solo urbano” (Contrato Nº 169/2011).

Informações detalhadas sobre o sistema UHCT e dos produtos derivados podem ser obtidas na Ficha Técnica que acompanha o produto, onde são descritos todos os procedimentos metodológicos. Nos links abaixo são disponibilizados o Sistema UHCT no formato shapefile, aberto e editável, bem como os produtos derivados: Mapa de Cobertura da Terra e do Uso do Solo Urbano; e Mapa da Vulnerabilidade de Áreas Urbanas de Uso “Residencial/comercial/serviço” a Eventos Geodinâmicos do Estado de São Paulo, em formato pdf de alta resolução. Clique com o botão direito do mouse e selecione a opção “Salvar link como…”.



quarta-feira, 18 de maio de 2016

Instituto Geológico participa do III Congresso da Sociedade de Análise Latino Americana em São Paulo

 Rosangela do Amaral
 Cristina Boggi S. Raffaelli
Pedro Carignato Basílio Leal

Nos dias 10 a 13 de maio de 2016 foi realizado na cidade de São Paulo, na sede do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) o “III Congresso da Sociedade de Análise Latino Americana SRA-LA”.

O evento foi realizado pela Associação Brasileira de Geologia de Engenharia e Ambiental (ABGE) e a Society for RisksAnalysis - LatinAmerica (SRA-LA). Com o tema geral “Desenvolvimento e Riscos no Contexto Latino Americano”, teve como objetivo destacar o papel da análise de riscos como ferramenta de auxílio à tomada de decisões técnicas e políticas para comunicar, atender e prevenir riscos em suas diversas formas.

No dia 12 a pesquisadora Dra. Lídia Keiko Tominaga do Instituto Geológico (IG) coordenou a “Sessão Técnica de palestras sobre Riscos Naturais e a Gestão das Cidades”, onde foram apresentados trabalhos técnico-científicos sobre o tema desenvolvidos na Prefeitura de São Paulo, Universidade Federal do ABC e Universidad de Caldas (Colombia).

Foram apresentados os seguintes pôsteres com trabalhos do IG: “Áreas suscetíveis ao risco geotécnico - quando convém a propriedade pública?” e “Causas da redução do risco de escorregamentos e de inundações em núcleos residenciais do município de Poá, SP, no período 2006-2015”, pela assistente de pesquisa Cristina Boggi S. Raffaelli; “O uso de cartilhas na divulgação da prevenção de riscos aos desastres naturais para o público infantil: a percepção sobre deslizamentos de encostas e erosão continental”, pela pesquisadora científica Rosangela do Amaral e “Mapeamento de perigo de escorregamento na bacia hidrográfica do Rio Grande de Ubatuba - Ubatuba (SP): comparação dos métodos analítico e sintético”, pelo assistente de pesquisa Pedro Carignato Basílio Leal.

Durante o evento foram distribuídas publicações institucionais de divulgação científica para o público presente que reuniu cerca de 200 participantes entre especialistas nacionais e internacionais, pesquisadores, professores e estudantes.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Pesquisa inédita analisa fóssil de morcego do acervo do Instituto Geológico


Equipamento utilizado na análise 
Fóssil do Morcego 

Um estudo inédito coordenado pelo Dr. Leandro de Oliveira Salles do Museu Nacional (UFRJ/RJ) pretende analisar o fóssil de morcego do acervo do Instituto Geológico (IG) utilizado o moderno e recente equipamento de tomografia computadorizada do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo.

O fóssil de morcego faz parte do Acervo Paleontológico do IG da curadora e pesquisadora Maria da Saudade A. S. Maranhão e atualmente encontra-se exposto ao público no Museu Geológico – MUGEO no Parque da Água Branca, em Perdizes, sendo um dos três exemplares expostos conhecidos em toda a América.

Coletado na cidade de Tremembé, na desativada mineradora Nossa Senhora da Guia nos anos 50, o fóssil do morcego foi o primeiro fóssil de mamífero encontrado na Formação Tremembé. Na época foi identificado e descrito por Paula Couto em 1956 como Tadarida faustoi, já em 1984 Legendre fez um estudo comparativo com outros fósseis e morcegos recentes de vários gêneros e subgêneros, datando-o entre 33 milhões há 23 milhões de anos, propondo então a mudança do gênero para Mormopterus, atribuindo-lhe um novo subgênero (Neomops), designando-o como Mormopterus (Neomops) faustoi. Em geral, fósseis de morcegos são raros e pouco estudados, pois a fragilidade de seus ossos dificulta a conservação e fossilização.

A pesquisa inédita realizada em fósseis de morcegos no Brasil com a análise das imagens tridimensionais obtidas pelo tomógrafo computadorizado será possível detectar com precisão as estruturas ósseas presentes, principalmente a dentição, auxiliando na compreensão das relações filogenéticas. O exemplar analisado possui grande importância científica pelo seu ineditismo, curiosamente é o único mamífero procedente dos folhelhos pirobetuminosos (rocha formada em um antigo lago há 28-24 milhões de anos), na Formação Geológica Tremembé os demais fósseis de mamíferos procedem de camadas de argila.

Atualmente os morcegos representam um quarto de toda as espécies de mamíferos do mundo, são pelo menos 1.116 espécies que são responsáveis por 60% da recuperação das florestas, sendo imprescindíveis para a manutenção do ecossistema, regeneração das matas e para o equilíbrio da cadeia alimentar.

terça-feira, 19 de abril de 2016

Instituto Geológico ministra curso para agentes ambientais da CETESB

 Participantes no auditório Augusto Ruschi

Em 18/04/2016, no Auditório Augusto Ruschi, na sede da Secretaria do Meio Ambiente, teve início a primeira edição do curso “Conceitos do meio físico relacionados a nascentes e cursos d’água”, uma parceria entre Instituto Geológico (IG) e Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) para a capacitação de cerca de 100 agentes ambientais em sua Formação Profissional Continuada.
O curso foi elaborado para auxiliar nos conhecimentos técnicos e operacionais dos agentes ambientais, os quais possuem diversas formações acadêmicas, no seu trabalho de análise e execução de pareceres técnicos sobre nascentes e cursos d’água, de acordo com o estabelecido pelo Novo Código Florestal (Lei Federal nº 12.651/2012).
Os pesquisadores Amélia João Fernandes, Silvio Takashi Hiruma, Cláudia Varnier, Luciana Martin Ferreira Rodrigues e Rosangela do Amaral e a Especialista Ambiental Virginia M. Tesone apresentarão um conteúdo que trata dos conceitos de geologia, hidrogeologia, aquíferos, geomorfologia, solos e suas aplicações, assim como sobre os tipos de ocorrência de nascentes.
Serão apresentados também roteiros, fichas de campo e materiais e métodos utilizados pelo IG, bem como alguns estudos de casos sobre pareceres elaborados em apoio aos órgãos públicos ambientais.
O curso se encerra no dia 20/04/2016, com carga horária total de 14 horas.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Assembleia Legislativa tem Sessão Solene para a Secretaria do Meio Ambiente

Patrícia Iglecias apresentando o Sistema Ambiental Paulista

Na noite do dia 04 de abril de 2016 aconteceu na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo Sessão Solene presidida pelo Presidente Fernando Capez, em comemoração dos 30 anos da Secretaria do Meio Ambiente. Recepcionados pela atual Secretária Patrícia Iglecias, antigos secretários – Allaor Caffé Alves, Stela Goldenstein, Pedro Ubiratan, Rubens Rizek e José Pedro de Oliveira Costa – estiveram presentes ao evento, além de autoridades de diversos setores da sociedade, como o Secretário de Energia e Mineração João Carlos de Souza Meirelles, Organizações não Governamentais, Polícia Ambiental, Corpo de Bombeiros, dentre outros. Foi apresentado um vídeo com depoimentos de todos os secretários anteriores, a respeito de suas respectivas gestões, comentando os principais pontos trabalhados, avanços e os principais entraves para aprimoramento da questão ambiental no Estado de São Paulo. Foi feita uma alusão especial a Jorge Wilheim, Secretario do Meio Ambiente do Estado de São Paulo (1987-1990), falecido em 2014.

O principal homenageado da noite foi o criador da Secretaria do Meio Ambiente em 1986, o Governador Franco Montoro. Foi entregue placa comemorativa para a família, destacando-se a visão de preservação e conservação do meio ambiente pelo governador em uma época em que o tema era pouco abordado.

Ao final do evento, a Secretaria Patrícia Iglecias destacou em sua fala a aplicabilidade da política ambiental no estado e agradeceu aos diversos institutos de pesquisa e outros organismos dentro da secretaria, de maneira especial aos funcionários que trabalham para o melhor conhecimento do território paulista e uma forma de melhor preservação do meio ambiente.

sexta-feira, 11 de março de 2016

Técnicos do Instituto Geológico estão realizando vistorias nas áreas atingidas pelas fortes chuvas na Região Metropolitana de São Paulo

Base de operações improvisada pela CEDEC

Na manhã desta sexta feira (11/03/2016) o Instituto Geológico foi acionado pela Defesa Civil Estadual (CEDEC) para auxiliar no atendimento emergencial de municípios da Região Metropolitana de São Paulo que sofreram acidentes de escorregamentos em áreas de risco devido aos elevados acumulados pluviométricos ocorridos desde o dia de ontem (10/03/2016).

Devido a gravidade da situação a CEDEC montou uma base na Escola Superior do Corpo de Bombeiros em Franco da Rocha visando gerenciar a situação crítica instalada (foto).

Neste momento 3 equipes de técnicos do IG estão acompanhando os trabalhos da CEDEC, fazendo vistorias técnicas nas áreas de risco de Francisco Morato, Franco da Rocha e Mairiporã. Estas vistorias implicam em fazer a avaliação das áreas críticas indicadas pelas Defesas Civis Municipais (COMDECS) de forma a propor a interdição de moradias em risco iminente com necessidade de remoção de moradores. Esta atuação tem por objetivo principal preservar a vida dos moradores.

Previsão metorológica (Fonte: SOMAR Meteorologia)

Nesta sexta-feira (11/03/2016), um sistema frontal avança pelo Sudeste lentamente, organizando chuvas a qualquer hora do dia entre o leste de São Paulo, grande parte de Minas Gerais e também do Rio de Janeiro. A chuva vem com maior volume entre a Região Metropolitana de São Paulo e o Vale do Paraíba, algo que aumenta o potencial para transtornos, como alagamentos. Além disso, por conta do excesso de nuvens as temperaturas não conseguem subir tanto e há até sensação de frio em algumas áreas.

No sábado (12/03/2016), a umidade da Amazônia continua gerando chuva sobre o Sudeste e a área preferencial para chuva migra para o Rio de Janeiro, Minas Gerais, leste paulista e sul do Espírito Santo. Atenção para a chuva mais pesada na região de Belo Horizonte. Por outro lado, em grande parte de São Paulo, o avanço de uma massa de ar mais frio e seco já deixa o tempo mais firme e com variação de nuvens em grande parte das cidades. Apenas entre o litoral e Grande São Paulo é que pode ter uma ou outra chuva rápida, mas com períodos de melhoria. Além disso, as temperaturas mínimas da madrugada caem em grande parte dos municípios e, no alto da Serra da Mantiqueira, os termômetros se aproximam dos 10ºC pela manhã. À tarde, o calor retorna.

terça-feira, 1 de março de 2016

Pesquisador do Instituto Geológico ministra minicurso durante o XX EPELEO

Dr. William Sallun Filho durante o minicurso

O Instituto Geológico (IG) participou do XX EPELEO – 20º Encontro Paulista de Espeleologia, que foi realizado na cidade de Rio Claro entre os dias 25 e 28 de fevereiro de 2016 no Campus da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP.

O XX EPELEO é um tradicional evento regional, realizado pela Sociedade Brasileira de Espeleologia tendo como objetivo principal a integração e a troca de experiência entre os grupos de espeleologia e a abordagem multidisciplinar entre os estudos físicos no subterrâneo e sua relação com culturas e a biodiversidade.

O pesquisador Dr. William Sallun Filho do Instituto Geológico ministrou no dia 25/02/2016 o minicurso “Gênese das cavernas em rochas siliciclásticas”.

O IG esteve presente com divulgação e distribuição de materiais científicos e publicações desenvolvidas pela instituição.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Áreas de Risco do Estado de São Paulo recebem atenção especial durante o período de chuva

 Técnicos em Cajati
 Deslizamento em Cajati
 Deslizamento em Itapecerica da Serra


No Estado de São Paulo, as atividades de identificação, avaliação e gerenciamento de áreas de riscos geológicos tiveram início de forma mais sistemática a partir de uma iniciativa do governo do Estado devido a acidentes em larga escala e com graves consequências acontecidos no verão de 1987/1988, na região da Serra do Mar, associados a escorregamentos que causaram mortes nas cidades de Cubatão e Ubatuba.

No verão seguinte 1988/1989 Iniciou-se o Plano Preventivo de Defesa Civil – PPDC (Decreto Estadual nº 30.860 de 04/12/1989, redefinido pelo Decreto nº 42.565 de 01/12/1997), específico para escorregamentos nas encostas da Serra do Mar no Estado de São Paulo. O PPDC constitui em um importante instrumento capaz de subsidiar as ações preventivas dos poderes públicos municipal e estadual, principalmente quando esta busca a solução de problemas causados pela ocupação de áreas de risco em diversos municípios do Estado de São Paulo. Este Plano entra em operação anualmente, no período de verão – daí ser chamado de “Operação Verão”. É coordenado pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC) e conta com a participação do Instituto Geológico (IG), por meio de termo de Cooperação Técnica e do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

O PPDC envolve ações de monitoramento dos índices pluviométricos (chuvas) e da previsão meteorológica, vistorias de campo e atendimentos emergenciais e enquadra-se dentro dos pressupostos estabelecidos na Política Nacional de Proteção e Defesa Civil – PNPDEC (Lei Federal nº 12.608 10/04/2012 e contempla ainda o Programa Estadual de Prevenção de Desastres Naturais e de Redução de Riscos Geológicos – PDN (Decreto Estadual nº 57.512 de 11/11/2011). O Plano está dividido em 4 níveis operacionais: observação, atenção, alerta e alerta máximo e para cada nível existe uma ação específica para enfrentamento da situação. O objetivo principal é evitar a ocorrência de mortes, com a remoção preventiva e temporária da população que ocupa as áreas de risco, antes que os escorregamentos atinjam suas moradias.

A experiência pioneira do PPDC e a identificação de novas áreas de risco críticas no Estado de São Paulo, do ponto de vista geológico, têm permitido a instalação de planos de contingência em outras regiões do Estado, as quais incluem as regiões de Campinas, do Vale do Paraíba, da Serra da Mantiqueira, do Litoral Norte, da Baixada Santista, Vale do Ribeira, de Sorocaba, do ABCD, e Região Metropolitana de São Paulo. Atualmente este monitoramento abrange 175 municípios no Estado de São Paulo.

Também podem ocorrer atendimentos emergenciais a outras localidades que não tenham Planos Preventivos, tendo em vista a possibilidade de vítimas, a partir do acionamento e análise do evento por parte da CEDEC e do IG.

Durante a “Operação Verão 2015/2016” várias equipes de especialistas do IG, incluindo geólogos, geógrafos e técnicos, encontra-se em plantão desde o início de dezembro de 2015 até 31 de março de 2016, que visa apoiar tecnicamente a Defesa Civil Estadual em situações de riscos geológico-geotécnicos em áreas do Estado de São Paulo.

Esta ação está diretamente relacionada à Diretriz 3 da plataforma de gestão adotada pelo Sistema Ambiental Paulista, que atua na Vulnerabilidade Ambiental e Mudanças Climáticas.