quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Cartilha do Instituto Geológico ensina como se prevenir da Erosão Continental


A cartilha "Você Sabe o que é Erosão Continental?" da Coleção Geonatural é mais uma contribuição do Instituto Geológico (IG) para ampliar, de forma lúdica, o entendimento sobre erosão continental, os fatores que a condicionam, suas formas e processos, informa sobre suas consequências e formas de prevenção.sendo voltada ao público infantil, que poderá ter maior percepção sobre este problema, tornando-se mais um agente envolvido na prevenção de desastres e acidentes e na preservação e conservação do meio em que vive.

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segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Cartilha do Instituto Geológico ensina como se prevenir durante uma tempestade com raios


A cartilha “Você Sabe o que é Relâmpago?” da Coleção Geonatural é mais uma contribuição do Instituto Geológico (IG) para ampliar e disseminar, de forma lúdica, o conhecimento sobre os fenômenos naturais. Abordando os relâmpagos, a publicação é voltada ao público infantojuvenil e visa a ampliação da percepção de crianças e jovens sobre o perigo associado a esse fenômeno, tornando-os agentes envolvidos na prevenção de desastres e acidentes e na minimização dos riscos decorrente dos relâmpagos.

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sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Cartilha do Instituto Geológico ensina como se prevenir de deslizamentos


A cartilha "Você Sabe o que é Deslizamento?" da Coleção Geonatural é mais uma contribuição do Instituto Geológico (IG) para ampliar, de forma lúdica, o entendimento sobre os deslizamentos, sendo voltada ao público infantil, que poderá ter maior percepção sobre este problema, tornando-se mais um agente envolvido na prevenção de desastres e acidentes e na preservação e conservação do meio em que vive.

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sexta-feira, 14 de outubro de 2016

14/10/16 14:27 “GESTÃO DE RISCOS DE DESASTRES DEVIDO A FENÔMENOS GEODINÂMICOS NO ESTADO DE SÃO PAULO: CENÁRIO 2000-2015” Boletim do Instituto Geológico nº 67 já está disponível para download

Capa do Boletim do IG n.º 67

Esta publicação apresenta os Indicadores de Riscos de Desastres devido a fenômenos geodinâmicos que representam importantes parâmetros de medição da situação desses riscos no Estado de São Paulo e sobre as formas e instrumentos de enfrentamento. Desde 2009 o Instituto Geológico iniciou o trabalho de coleta de dados e de informações sobre o tema, o qual vem sendo desenvolvido e aperfeiçoado, permitindo a construção de cenários.

Os levantamentos e análises realizadas têm subsidiado políticas públicas de gestão de riscos do Estado, em especial o Programa Estadual de Prevenção de Desastres Naturais e de Redução de Riscos Geológicos – PDN (Decreto Estadual Nº 57.512, DE 11/11/2011), que se serviu destes estudos para a elaboração do “Plano de Trabalho de curto e médio prazo (2012-2020)”, traçando diretrizes a serem seguidas pelos órgãos executivos estaduais. Os indicadores têm contribuído também para diversas políticas públicas junto à Secretaria de Estado de Meio Ambiente, inclusive compondo o Relatório de Qualidade Ambiental, publicado anualmente, e que atende às obrigações de comunicação estadual previstas na Política Estadual de Mudanças Climáticas – PEMC.

A avaliação sistemática de indicadores e de cenários de risco é uma atividade essencial para subsidiar ações voltadas para diminuir a vulnerabilidade ambiental e aumentar a resiliência do Estado de São Paulo frente a fenômenos geodinâmicos, em particular considerando-se a questão das mudanças climáticas. Dessa forma, espera-se estar contribuindo para que os agentes públicos, a população e a sociedade como um todo, possam conhecer, acessar e incorporar as informações técnicas em seu cotidiano, de maneira a se conseguir que o uso dos recursos naturais e a ocupação dos espaços territoriais ocorram com maior segurança e de forma ambientalmente sustentável.

A publicação completa, em versão pdf, pode ser acessada para download CLICANDO AQUI

Fonte: www.igeologico.sp.gov.br

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Instituto Geológico e Coordenadoria Estadual de Defesa Civil Iniciam etapa de cursos preparatórios para a Operação Verão 2016/2017 nos municípios que operam o Plano Preventivo de Defesa Civil

 Geólogo Dr. Jair Santoro
Geólogo Dr. Jair Santoro

A Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC) iniciou as oficinas preparatórias para as atividades voltadas para a Operação Verão 2016/2017. Participam das oficinas além da CEDEC, o Instituto Geológico (IG) e a empresa SOMAR meteorologia.

As oficinas preparatórias ocorrem nos meses de outubro e novembro e visam o treinamento dos municípios que operam os Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC). O PPDC tem como objetivo o monitoramento das áreas de risco a escorregamentos e visam a remoção preventiva dos moradores que ocupam estas áreas.

A primeira região do Estado a receber a oficina foi a REDEC Registro (I-1), que contempla 14 municípios, em Cajati nos dias 04 e 05 de outubro o Geólogo Dr. Jair Santoro ministrou sobre aspectos dos riscos geológicos e noções sobre procedimentos e reconhecimento de situações potencialmente perigosas aos escorregamentos de encostas e ações preventivas e capacitou os mais de 50 participantes a usar e preencher a ficha de vistoria de campo.

Atualmente são monitorados, por meio do PPDC, 175 municípios em várias regionais do Estado, que são: Registro (14 municípios); São José dos Campos e Litoral Norte (39 municípios); Itapeva (32 municípios); Campinas (90 municípios); Baixada Santista (9 municípios); Sorocaba (47 municípios) e Região Metropolitana de São Paulo (39 municípios).

Este é o 28º ano de operação do PPDC e a Operação Verão 2016/2017 tem o seu início em 1º de dezembro de 2016 e vigência até 31 de março de 2017, podendo ou não ser prorrogado.

O Plano está estruturado em níveis operacionais - OBSERVAÇÃO, ATENÇÃO, ALERTA e ALERTA MÁXIMO - e para cada nível operacional existem as ações correspondentes. Está baseado em um tripé técnico, que inclui:
  • o acompanhamento das chuvas de cada município, com a leitura diária do acumulado de chuvas de 24 horas, e o cálculo do acumulado de chuvas de 3 dias;
  • o acompanhamento das previsões meteorológicas;
  • a realização de vistorias de campo. 

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Pesquisadora Científica do Instituto Geológico Dra. Annabel Pérez Aguilar falece em São Paulo

Homenagem feita pelos funcionários do IG


Annabel Pérez-Aguilar, pesquisadora do Núcleo de Geologia Geral do Instituto Geológico (IG-SMA), faleceu em 04 de outubro em São Paulo-SP.

Nascida em Medelin, Colômbia, mudou-se para o Brasil para se aperfeiçoar em música. No final da década de 1980 tocou violino na Orquestra Jovem Municipal de São Paulo, regida por Jamil Maluf.

Annabel graduou-se em Geologia em 1991, pela Universidade de São Paulo, onde também cursou a pós-graduação, obtendo título de Mestre em Mineralogia e Petrologia, em 1995, e de Doutora em Geociências (Mineralogia e Petrologia), em 2001.

De 2002 a 2003 trabalhou como Professora Auxiliar de Ensino junto ao Departamento de Mineralogia e Geotectônica do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, ministrando as disciplinas de Geologia Geral – Sistema Terra, Petrologia Metamórfica e Elementos de Mineralogia e Geologia.

Em 2004 ingressou como pesquisadora cientifica no Instituto Geológico da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. Desenvolveu diversos projetos de pesquisa sobre a geologia, petrologia e gênese de rochas de paleossistemas hidrotermais e suas implicações para metalogênese de metais preciosos e de base. Participou de projetos de mapeamentos geológicos de várias áreas do Estado de São Paulo, tais como Atibaia, Jaraguá, Guarulhos, entre outras.

De 2009 até a atualidade estava desenvolvendo o projeto “Implantação do Geoparque Ciclo do Ouro, em Guarulhos-SP”, criado pelo Decreto Municipal nº 25974 de 16/12/2008. O projeto visa resgatar, recuperar, divulgar e preservar registros de grande valor arqueológico, mineiro, geológico, histórico e cultural no âmbito do Geoparque Ciclo do Ouro de Guarulhos. Nesta mesma temática, também participou da “Criação do Monumento Natural Pavimento Estriado Guaraú, na região de Salto, SP”, em 2008, e nas discussões subsequentes sobre a preservação dos afloramentos rochosos com os registros de estrias ocasionadas por geleiras em período glacial.

Foi representante do IG junto ao CNPq na coordenação e implementação de bolsas de estudo do Programa de Iniciação Científica do IG (PIBIC-CNPq) no período de 2013 a 2016.

Gostava muito de lecionar, proferir palestras e de ensinar a qualquer pessoa que lhe perguntasse sobre as Ciências da Terra. Orientou e co-orientou diversos alunos de graduação, estagiários e bolsistas de iniciação científica, além de pós-graduação.

Entusiasmada, prestativa e dotada de grande curiosidade científica, fazia tudo com muita dedicação e profundidade. Sempre alegre, nos brindava com suas gargalhadas em diversos momentos.