quarta-feira, 29 de novembro de 2017

IG e CEDEC finalizam etapa de cursos preparatórios para o início da Operação Verão 2017/2018 nos municípios que operam o Plano Preventivo de Defesa Civil

Geólogo Dr. Jair Santoro em Pariquera-Açu


A Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC) finalizou as oficinas preparatórias para as atividades voltadas para a Operação Verão 2017/2018. Participaram das oficinas além da CEDEC, o Instituto Geológico (IG) e a empresa SOMAR meteorologia.

As oficinas preparatórias ocorreram nos meses de outubro e novembro e visaram o treinamento dos municípios que operam os Planos Preventivos de Defesa Civil (PPDC). O PPDC tem como objetivo o monitoramento das áreas de risco a escorregamentos e visa a remoção preventiva dos moradores que ocupam estas áreas.

A última região do Estado a receber a oficina foi a REDEC Baixada Santista e a oficina foi realizada em Cubatão nos dias 23 e 24 de novembro onde o Geólogo Dr. Jair Santoro ministrou sobre aspectos dos riscos geológicos e noções sobre procedimentos e reconhecimento de situações potencialmente perigosas aos escorregamentos de encostas e ações preventivas e capacitou em torno de 100 participantes a entender e preencher a ficha de vistoria de campo. Veja abaixo onde e quando ocorreram as Oficinas:

  • 19 e 20 de outubro em Itatiba, Regional Campinas (90 municípios);
  • 24 e 25 de outubro em Pariquera-Açu, Regional Registro (14 municípios);
  • 26 e 27 de outubro em Itapeva (32 municípios);
  • 31 de outubro e 01 de novembro em São José dos Campos e Litoral Norte (39 municípios);
  • 07 e 08 de novembro na Região Metropolitana de São Paulo (39 municípios);
  • 09 e 10 de novembro em Sorocaba (47 municípios) e
  • 23 e 24 de novembro em Cubatão, Regional Baixada Santista (9 municípios).

As Oficinas Preparatórias para a Operação Verão (OPOVs) foram ministradas sempre com 2 dias de curso, no primeiro com aulas teóricas e no segundo aulas práticas, que envolvem preenchimento de ficha de vistoria de campo, leitura de pluviômetros e simulado de mesa para a operação do Plano. As OPOVs foram muito bem recebidas e avaliadas positivamente pelos participantes e contaram com uma média de público de 150 pessoas.

Este é o 29º ano de operação do PPDC e a Operação Verão 2017/2018 tem o seu início em 1º de dezembro de 2017 e vigência até 31 de março de 2018, podendo ou não ser prorrogado. Neste período, equipes técnicas do IG permanecerão em regime de plantão (24 horas por dia, 7 dias por semana) para eventuais situações de emergência e que necessitem de vistorias técnicas.

Atualmente são monitorados, por meio do PPDC, 175 municípios e o Plano está estruturado em níveis operacionais – OBSERVAÇÃO, ATENÇÃO, ALERTA e ALERTA MÁXIMO – e para cada nível operacional existem as ações correspondentes. Está baseado em um tripé técnico, que inclui:
  • o acompanhamento das chuvas de cada município, com a leitura diária do acumulado de chuvas de 24 horas, e o cálculo do acumulado de chuvas de 3 dias;
  • o acompanhamento das previsões meteorológicas;
  • e a realização de vistorias de campo, quando o nível operacional entra em ATENÇÃO.
No dia 01 de dezembro de 2017 ocorreu a abertura oficial das atividades do PPDC 2017/2018, realizada no Palácio dos Bandeirantes, na Casa Militar do Estado de São Paulo. Informações em www.defesacivil.sp.gov.br. No dia 07 de dezembro de 2017 aconteceu o IX Seminário: “Estratégias para Redução de Riscos e Desastres a Eventos Geodinâmicos no Estado de São Paulo”. CLIQUE AQUI para saber mais sobre o evento.

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Exposição fotográfica “Os Rios da Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo – 1886 a 1910”



A exposição fotográfica “Os Rios da Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo – 1886 a 1910” será relançada ao público no dia 23 de novembro de 2017, com a realização de palestras sobre o tema e as perspectivas atuais e futuras de uma de suas instituições originárias: o Instituto Geológico (IG).

A realização da exposição é uma parceria entre o IG, da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SMA) e a UMAPAZ – Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura da Paz, da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente de São Paulo.


Organizada pelo Museu Geológico, do IG, a mostra tem como objetivo apresentar a atuação da Comissão Geográfica e Geológica (CGG) nas expedições de reconhecimento do território paulista ocorridas ao longo do final do século XIX e início do século XX, realizada por pesquisadores e naturalistas famosos como Theodoro Sampaio, Albert Loefgren, Orville Adelbert Derby, João Pedro Cardoso, Francisco de Paula Oliveira, Luiz Felipe Gonzaga de Campos, entre outros, no percurso dos principais rios do estado de São Paulo. 

Com a curadoria do geólogo Dr. Fernando Alves Pires, pesquisador científico do IG e diretor do Museu Geológico, a exposição tem a proposta de ser itinerante, percorrendo diversos municípios e permitindo que um número maior de pessoas tenha a oportunidade de visitá-la. 

A mostra esteve exposta em shopping da cidade de Botucatu no primeiro semestre deste ano, e por meio da parceria com a UMAPAZ, se permitirá mais uma vez o acesso do público da capital a esse rico acervo de fotos. 

A exposição estará aberta ao público até o dia 24 de janeiro de 2018, no seguinte local e horários: 

Local: UMAPAZ – Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura de Paz, Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo Endereço: Parque Ibirapuera, Av. IV Centenário, 1268 – Jd. Lusitânia – Portão 7 A do Parque Ibirapuera. 

Horário: Segunda-feira a sexta-feira, das 07 às 18 horas e sábados, 08 às 12 horas. 

Entrada gratuita

A Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo 

A história da Comissão Geográfica e Geológica se remete aos processos de transformação ocorridos no início do século XX no Estado de São Paulo, principalmente aqueles relacionados às mudanças da paisagem natural decorrentes do processo de ocupação do território paulista e da apropriação econômica dos recursos naturais. A comissão foi patrocinada pela elite cafeeira, que via em seus trabalhos a possibilidade de aumentar a produção e, também, sua influência política. A CGG realizou estudos, levantamentos cartográficos e relatos detalhados da geografia, geologia, climatologia, botânica, hidrografia e zoologia, da então Província de São Paulo e posterior Estado de São Paulo. O trabalho realizado serviu de base para a ocupação territorial das áreas até então consideradas “desconhecidas” no Estado. 

Entre suas realizações destacam-se as expedições exploratórias aos grandes rios paulistas, e, assim como os antigos Bandeirantes, os pesquisadores utilizaram essas vias naturais de transporte para iniciar os levantamentos científicos. Os trabalhos da CGG duraram até 1931, e quase tudo que se realizou em pesquisas (mapas, relatórios, documentos fotográficos, além de equipamentos), passaram a pertencer aos diversos órgãos e instituições de pesquisa dela originadas, como o Instituto Geológico, os Institutos de Botânica, Florestal, Geográfico e Cartográfico, Astronômico e Geofísico (USP), dentre outros, além de museus, como o Museu Geológico (MUGEO), do IG, e os de Zoologia e o Paulista (Ipiranga). 

A exposição é composta por fotos que retratam as expedições realizadas entre 1886 a 1910, como aquelas que percorreram o rio Paranapanema, em 1886; os rios Paraná, Tietê, Feio ou Aguapeí e do Peixe, em 1905, e a expedição ao rio Grande e afluentes, em 1910.



quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Exposição fotográfica “Os Rios da Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo – 1886 a 1910” é apresentada no Parque do Ibirapuera

Cartaz de divulgação

A exposição fotográfica “Os Rios da Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo – 1886 a 1910” será relançada ao público no dia 23 de novembro de 2017, com a realização de palestras sobre o tema e as perspectivas atuais e futuras de uma de suas instituições originárias: o Instituto Geológico (IG).

A realização da exposição é uma parceria entre o IG, da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SMA) e a UMAPAZ – Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura da Paz, da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente de São Paulo.

Organizada pelo Museu Geológico, do IG, a mostra tem como objetivo apresentar a atuação da Comissão Geográfica e Geológica (CGG) nas expedições de reconhecimento do território paulista ocorridas ao longo do final do século XIX e início do século XX, realizada por pesquisadores e naturalistas famosos como Theodoro Sampaio, Albert Loefgren, Orville Adelbert Derby, João Pedro Cardoso, Francisco de Paula Oliveira, Luiz Felipe Gonzaga de Campos, entre outros, no percurso dos principais rios do estado de São Paulo.

Com a curadoria do geólogo Dr. Fernando Alves Pires, pesquisador científico do IG e diretor do Museu Geológico, a exposição tem a proposta de ser itinerante, percorrendo diversos municípios e permitindo que um número maior de pessoas tenha a oportunidade de visitá-la.

A mostra esteve exposta em shopping da cidade de Botucatu no primeiro semestre deste ano, e por meio da parceria com a UMAPAZ, se permitirá mais uma vez o acesso do público da capital a esse rico acervo de fotos.

Nesta edição serão realizadas palestras no dia de abertura da exposição – 23 de novembro de 2017 – com a presença da Dra. Silvana Pettinato Lucio, que desenvolveu tese recentemente sobre tema pela FAU/USP. Haverá, em seguida, uma palestra da Diretora Geral do IG, Ms. Luciana Martin Rodrigues Ferreira, que abordará as perspectivas atuais e futuras da instituição, uma das instituições originárias da CGG, conforme segue:

Programação – 23 de novembro de 2017

9:30h – Abertura

10:00h – Palestras e debate:

“A ação da Comissão Geográfica e Geológica na apropriação e produção do território paulista entre 1905 e 1931” – Silvana Pettinato Lucio, Doutora em Arquitetura e Urbanismo/FAU-USP

“Da Comissão Geográfica e Geológica ao Instituto Geológico: perspectivas atuais e futuras” – Luciana Martin Rodrigues Ferreira, Diretora Geral do Instituto Geológico

A exposição estará aberta ao público até o dia 24 de janeiro de 2018, no seguinte local e horários:

Local: UMAPAZ – Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura de Paz, Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo

Endereço: Parque Ibirapuera

Av. IV Centenário, 1268 – Jd. Lusitânia – Portão 7 A do Parque Ibirapuera.

Horário: Segunda-feira a sexta-feira, das 07 às 18 horas e sábados, 08 às 12 horas.

Entrada gratuita.

A Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo

A história da Comissão Geográfica e Geológica se remete aos processos de transformação ocorridos no início do século XX no Estado de São Paulo, principalmente aqueles relacionados às mudanças da paisagem natural decorrentes do processo de ocupação do território paulista e da apropriação econômica dos recursos naturais. A comissão foi patrocinada pela elite cafeeira, que via em seus trabalhos a possibilidade de aumentar a produção e, também, sua influência política.

A CGG realizou estudos, levantamentos cartográficos e relatos detalhados da geografia, geologia, climatologia, botânica, hidrografia e zoologia, da então Província de São Paulo e posterior Estado de São Paulo. O trabalho realizado serviu de base para a ocupação territorial das áreas até então consideradas “desconhecidas” no Estado.

Entre suas realizações destacam-se as expedições exploratórias aos grandes rios paulistas, e, assim como os antigos Bandeirantes, os pesquisadores utilizaram essas vias naturais de transporte para iniciar os levantamentos científicos. Os trabalhos da CGG duraram até 1931, e quase tudo que se realizou em pesquisas (mapas, relatórios, documentos fotográficos, além de equipamentos), passaram a pertencer aos diversos órgãos e instituições de pesquisa dela originadas, como o Instituto Geológico, os Institutos de Botânica, Florestal, Geográfico e Cartográfico, Astronômico e Geofísico (USP), dentre outros, além de museus, como o Museu Geológico (MUGEO), do IG, e os de Zoologia e o Paulista (Ipiranga).

A exposição é composta por fotos que retratam as expedições realizadas entre 1886 a 1910, como aquelas que percorreram o rio Paranapanema, em 1886; os rios Paraná, Tietê, Feio ou Aguapeí e do Peixe, em 1905, e a expedição ao rio Grande e afluentes, em 1910.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Novo volume da Revista do Instituto Geológico disponível

Capa

Informamos que o novo volume da Revista do Instituto Geológico (38-1) já está disponibilizado para consulta. A Revista do IG é semestral e de acesso aberto, e publica artigos relacionados às Geociências e áreas correlatas, inéditos e originais, de caráter científico ou tecnológico. Destina-se também à publicação de revisões, notas prévias, comentários, críticas e réplicas de artigos de temas ligados às Geociências. A partir de 1980, a Revista dá sequência ao periódico do Instituto Geográfico e Geológico, o I.G.G. (1943-1968), e aos boletins científicos da Comissão Geográfica e Geológica do Estado de São Paulo, editados desde 1889. A Revista está indexada em bases nacionais e internacionais, tais como: SCOPUS, GeoRef, Latindex, Zoological Record, Periódicos CAPES, Portal de Periódicos Eletrônicos em Geociências – PPeGeo.

Acesse o último volume da revista (38-1) e os demais volumes da coleção no Portal de Periódicos Eletrônicos em Geociências – PPEGeo, no link:




Convidamos todos os colegas a submeterem artigos científicos para a Revista do Instituto Geológico.

Atenciosamente,
O Corpo Editorial

Sumário do volume 38(1):